Síndrome de Burnout e Suas Consequências na Vida Profissional!


Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido por Herbert J. Freudenberger como “(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”.

É como se o corpo e a mente colocassem um ponto final: “Agora chega!”

Um cansaço devastador revela falta absoluta de energia. Todas as reservas estão esgotadas. No trabalho, a pessoa, antes competente e atenciosa, liga o “piloto automático”.

Síndrome de Burnout

No lugar da motivação, surgem irritação, falta de concentração, desânimo, sensação de fracasso.

Esses são indícios de uma doença cruel e de difícil diagnóstico que avança nos hospitais, nas empresas, escolas…

A síndrome de burnout, ou esgotamento profissional, decorre de stress prolongado no trabalho.

O termo em inglês significa estar chamuscado, queimado, calcinado por um fogo que se alastra como numa floresta.

“É quando a casa cai”, resume o psiquiatra e clínico-geral Cyro Masci, autor do livro digital Bioestresse:

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No Brasil, 30% dos profissionais apresentam esse grau máximo de pane no sistema, conforme pesquisa da filial nacional da International Stress Management Association (Isma), que avaliou mil pessoas de 20 a 60 anos entre 2013 e 2014.

Segundo a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da organização no país, 96% dos atingidos sentem-se incapacitados, o que provoca absenteísmo – para realizar exames e licenças médicas – e presenteísmo, quando se está fisicamente no posto, mas com a mente distante.

O termo burnout, que só se aplica no ambiente laboral, foi criado pelo psicanalista americano Herbert Freudenberger em 1974 para descrever o adoecimento que observou em si mesmo e em colegas.

Um relatório feito com base em 20 mil entrevistas, o Medscape Physician Lifestyle Report 2015, divulgado em janeiro passado, concluiu que 46% dos médicos dos Estados Unidos têm burnout.

Em 2013, a taxa era de 40%. As categorias mais atingidas são as que lidam com pessoas e se expõem ao sofrimento humano, conforme nota Masci.

A síndrome de burnout acomete muitos enfermeiros, psicólogos, professores, policiais, bombeiros, carcereiros, oficiais de Justiça, assistentes sociais, atendentes de telemarketing, bancários, advogados, executivos, arquitetos e jornalistas.

Com a ala feminina no alvo principal. “Num grupo de mil profissionais, há 540 mulheres para 460 homens com burnout.

Elas são mais afetadas porque não se lembram de seguir a orientação das aeromoças: colocar em si mesmas a máscara de oxigênio antes de ajudar os outros.

Foi isso que escreveram Sheryl Sandberg, diretora do Facebook, e Adam Grant, professor de administração da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, em artigo sobre mulher e trabalho, publicado no jornal The New York Times em fevereiro deste ano.

O dado foi obtido em uma análise de 183 estudos sobre diferenças de gênero e burnout em 15 países.

Segundo Sandberg e Grant, uma das razões é a expectativa de que as mulheres realizem, além das suas funções, também o serviço “doméstico” do escritório, como atender telefone, tomar notas, servir café e organizar festas, sem serem recompensadas por isso.

Quando negam, são malvistas, o que pode prejudicar a carreira. “Se o homem não ajuda, é porque está ocupado.

A mulher é egoísta”, mostram. Incapaz de dizer não, ela abraça mais obrigações, até chegar ao ponto crítico da síndrome do burnout.

Como tratar a síndrome de burnout

O tratamento para Síndrome de Burnout deve ser orientado por um psicólogo ou psiquiatra e, normalmente, é feito através da combinação de medicamentos e terapias durante 1 a 3 meses.

Síndrome de Burnout

A Síndrome de Burnout, que ocorre quando o individuo se sente exausto devido ao estresse excessivo provocado pelo trabalho, exige que o paciente descanse para aliviar os sintomas, como dores de cabeça, palpitações e dores musculares, por exemplo.

O tratamento psicológico com um psicólogo é muito importante para quem possui a Síndrome de Burnout, pois o terapeuta ajuda o paciente a encontrar estratégias para combater o estresse.

Além disso as consultas proporcionam a pessoa um tempo para desabafar e haver uma troca de experiências que ajudam a melhorar o autoconhecimento e a ganhar mais segurança no seu trabalho.

Além disso, ao longo do tratamento psicológico o paciente encontrar algumas estratégias

  • Reorganizar o seu trabalho, diminuindo as horas de trabalho ou as tarefas que é responsável, por exemplo;
  • Aumentar o convívio com amigos, para se distrair do estresse do trabalho;
  • Fazer atividades relaxantes, como dançar, ir ao cinema ou sair com os amigos, por exemplo;
  • Fazer exercício físico, como caminhada ou Pilates, por exemplo, para libertar o estresse acumulado.

O ideal é que o paciente faça ao mesmo tempo as várias técnicas para que a recuperação seja mais rápida e eficaz.

Remédios que podem ser usados

Para tratar o Síndrome de Burnout, o psiquiatra pode indicar a ingestão de remédios antidepressivos, como Sertralina ou Fluoxetina, por exemplo, para ajudar a ultrapassar a sensação de inferioridade e de incapacidade e a ganhar confiança, que são os principais sintomas manifestados pelos portadores da Síndrome de Burnout.

Sinais de melhora

Quando o paciente com Síndrome de Burnout faz o tratamento de forma adequada podem surgir sinais de melhora como maior rendimento no trabalho, maior confiança e diminuição da frequência das dores de cabeça e do cansaço.

Além disso, o trabalhador começa a ter maior rendimento no trabalho, aumentando o seu bem-estar.

Causas da síndrome de Burnout

Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo.

A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes.

O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e psicológicos da pessoa.

Afinal, traduzindo do inglês, “burn” quer dizer “queima” e “out” significa “exterior”.

Em geral, a síndrome atinge profissionais que lidam direto e intensamente com pessoas e influenciam suas vidas.

É o caso de pessoas das áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.

A síndrome de burnout é uma consequência do acúmulo excessivo de estresse em trabalhadores que têm um profissão muito competitiva ou com muita responsabilidade, tornando o dia de trabalho em um sacrifício que envolve nervosismo,

sofrimento psicológico e problemas físicos, como distúrbios gastrointestinais, por exemplo.

Normalmente, a síndrome de burnout é mais frequente em professores e profissionais de saúde que não vêem as suas capacidades de trabalho valorizadas por seu chefe ou colegas de trabalho.

Além disso, a síndrome de burnout também pode surgir quando se planejam objetivos de trabalho muito difíceis,

fazendo que, ao fim de algum tempo, o trabalhador ache que não tem capacidades suficientes para os atingir.

Sintomas

Há diversos sintomas, que, em fase inicial, até se confundem com a depressão.

Por isso, é importante um diagnóstico detalhado.

O esgotamento físico e emocional é refletido através de comportamentos diferentes, como agressividade, isolamento, mudanças de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, falha da memória, ansiedade, tristeza, pessimismo, baixa autoestima e ausência no trabalho.

Além disso, há relatos de sentimentos negativos, desconfiança e até paranoia.

É possível que o paciente sofra fisicamente com a doença, com dores de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma e distúrbios gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares.

Em mulheres, é comum alterações no ciclo menstrual.

Além do tratamento, que inclui terapia e medicamentos, como antidepressivos, se faz necessária uma mudança no estilo de vida.

A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem entrar para a rotina, pois ajudam a controlar os sintomas.

É importante que o médico observe se é o ambiente profissional a causa do estresse ou se são as atitudes da própria pessoa que geram a crise.

A qualidade de vida é uma das armas para prevenir a Síndrome de Burnout.

E isso inclui cuidar da saúde, dormir e alimentar-se bem, praticar exercícios e manter uma vida social bem ativa.

Características da síndrome de burnout

A Síndrome de Burnout parece se tornar um fenômeno de massa, recebendo atenção constante da mídia.

Mais e mais pessoas estão faltando trabalho devido ao burnout.

Mas esse conjunto de sintomas é uma doença claramente definida? Como a síndrome de burnout é diferente da depressão?

Muitas perguntas ainda não foram respondidas.

Nos últimos anos, a crise econômica afetou o Brasil e fez com que as configurações do mercado de trabalho mudassem.

Observamos ao longo dos últimos meses a intensificação do desemprego.

Quem permanece empregado ou se recolocou, percebe que o cenário nas organizações é de caos.

Hoje vemos um funcionário ocupando a posição que até pouco tempo atrás era exercida por 3 ou 4 pessoas, com isso o estresse aumenta.

ansiedade e a pressão para manter o emprego também. Esse excesso de trabalho e a preocupação demasiada porém, traz consequências para a saúde das pessoas.

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes.

A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Síndrome de Burnout

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

A síndrome de burnout é caracterizada por um estado de exaustão física, emocional ou mental que surge devido ao acúmulo de estresse no trabalho, sendo, por isso, muito comum em profissionais que têm que lidar com pressão e responsabilidade constante, como os professores ou enfermeiros, por exemplo.

Alguns dos sinais e sintomas que ajudam a identificar se se está sofrendo com este problema incluem:

  1. Sensação constante de negatividade, como se nada fosse dar certo;
  2. Cansaço físico e mental constante e excessivo;
  3. Falta de vontade para fazer atividades sociais ou estar com outras pessoas;
  4. Dificuldade para se concentrar no trabalho ou tarefas diárias;
  5. Falta de energia para manter hábitos saudáveis, como ir na academia ou ter um sono regular;
  6. Sentimento de que não se está fazendo o suficiente dentro e fora do trabalho;
  7. Dificuldade para gostar das mesmas coisas que se gostava anteriormente;
  8. Colocar as necessidades dos outros à frente das próprias;
  9. Alterações repentinas de humor, com muitos períodos de irritação;
  10. Isolamento de pessoas significativas, como amigos e familiares.

Outros sinais frequentes da síndrome de burnout incluem demorar muito tempo em realizar as tarefas profissionais, assim como faltar ou chegar atrasado muitas vezes ao trabalho.

Além disso, quando se tira férias é comum não se sentir prazer durante esse período, voltando para o trabalho com a sensação de ainda estar cansado.

Embora os sintomas mais comuns sejam psicológicos, pessoas que estão sofrendo com síndrome de burnout também podem sofrer frequentemente com dores de cabeça, palpitações, tonturas, problemas de sono, dores musculares e até resfriados, por exemplo.

Os efeitos do burnout

Os efeitos negativos do esgotamento podem ser observados em todas as áreas da vida – incluindo sua casa, trabalho e vida social.

Burnout também pode causar alterações de longo prazo em seu corpo, ficando vulnerável a doenças como resfriados e gripe. Por causa de suas muitas conseqüências, é importante lidar com a síndrome imediatamente.

Você está no caminho para o burnout?

Você pode estar na estrada para a síndrome se:

  • Todo dia é um dia ruim;
  • Cuidar de sua vida profissional ou doméstica parece ser um desperdício total de energia;
  • Você está exausto o tempo todo;
  • A maioria do seu dia é gasto em tarefas que você considera entediante;
  • Você sente que nada que você faz é valorizado ou apreciado.

Consequências da Síndrome de Burnout

Há diversos sintomas, que, em fase inicial, até se confundem com a depressão.

Por isso, é importante um diagnóstico detalhado.

O esgotamento físico e emocional é refletido através de comportamentos diferentes, como agressividade, isolamento, mudanças de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, falha da memória, ansiedade, tristeza, pessimismo, baixa autoestima e ausência no trabalho.

Além disso, há relatos de sentimentos negativos, desconfiança e até paranoia.

É possível que o paciente sofra fisicamente com a doença, com dores de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma e distúrbios gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares.

Em mulheres, é comum alterações no ciclo menstrual.

Além do tratamento, que inclui terapia e medicamentos, como antidepressivos, se faz necessária uma mudança no estilo de vida.

A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem entrar para a rotina, pois ajudam a controlar os sintomas.

É importante que o médico observe se é o ambiente profissional a causa do estresse ou se são as atitudes da própria pessoa que geram a crise.

A qualidade de vida é uma das armas para prevenir a Síndrome de Burnout. E isso inclui cuidar da saúde, dormir e alimentar-se bem, praticar exercícios e manter uma vida social bem ativa.

É importante salientar que a palavra estresse não pode ser confundida com burnout no que se refere aos conceitos e diferenças, pois estresse ocorre a partir de reações do organismo às agressões de origens diversas, capazes de perturbar o equilíbrio interno do ser humano.
Em contrapartida, burnout é a resposta do estresse laboral crônico que envolve atitudes e alterações comportamentais negativas relacionadas ao contexto de trabalho com desconsideração do lado humano.

No caso de trabalhadores de enfermagem, atinge os pacientes, organização e o próprio trabalho, isto acontece quando os métodos de enfrentamento contra os fatores estressantes falham ou são insuficientes.

O Burnout não aparece repentinamente como resposta a um estressor determinado, mas emerge de uma seqüência determinada de fatores desencadeantes.

O sofrimento surge assim que a relação do homem com a organização do trabalho é permanentemente bloqueada.

Com burnout o indivíduo perde a capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa e ainda a faculdade de compreender emocionalmente o outro.

Não se deixa envolver com os problemas e as dificuldades dos outros e as relações interpessoais são cortadas, como se ele estivesse em contato apenas com objetos, ou seja, a relação torna-se desprovida de calor humano, não tem empatia.

Trata-se de uma síndrome multidimensional, caracterizada por três componentes: exaustão emocional, diminuição da realização pessoal e despersonalização.

O primeiro refere-se a sentimentos de fadiga e redução dos recursos emocionais necessários para lidar com a situação estressora.
O segundo refere-se à percepção de deterioração da auto-competência e falta de satisfação com as realizações e os sucessos de si próprio no trabalho.
O terceiro componente refere-se a atitudes negativas, ceticismo, insensibilidade e despreocupação com respeito a outras pessoas.
Todos os fatores são preocupantes e susceptíveis a causar danos, tanto nos indivíduos acometidos, quanto nos que recebem cuidados daqueles

Abaixo, para os interessados, uma lista da evolução e sintomas da Síndrome de Burnout:

1 – Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz;

2 – Dedicação intensificada, com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo);

3 – Descaso com as necessidades pessoais – atividades como comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;

4 – Recalque de conflitos – o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema.

É quando ocorrem as manifestações físicas;

5 – Reinterpretação dos valores – isolamento, fuga dos conflitos.

O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da autoestima é o trabalho;

6 – Negação do outro – nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;

Como Evitar a Síndrome de Burnout

Muitas vezes, a pessoa que está sofrendo com burnout não consegue identificar todos os sintomas e, por isso, não consegue confirmar de que algo está acontecendo.

Dessa forma, se existirem suspeitas de que se possa estar sofrendo com este problema, é aconselhado pedir ajuda para um amigo, familiar ou outra pessoa de confiança de forma a identificar corretamente os sintomas.

Porém, para fazer o diagnóstico e não ter mais dúvidas, a melhor forma é ir com uma pessoa próxima a um psicólogo para que sejam discutidos os sintomas, identificado o problema e orientado um tratamento.

Existem diversas práticas que podem ser aplicadas no dia a dia para evitar o esgotamento do trabalho.

Confira quais são elas e o motivo pelo qual a realização de cada uma pode ser importante:

Tenha um propósito: uma das causas mais comuns do esgotamento profissional é a existência de um espaço entre o que a pessoa está fazendo e o que ela realmente gostaria de fazer.

A infelicidade no trabalha facilita o surgimento do estresse crônico, pois a pessoa não deseja realmente estar exercendo aquela função.

Elimine trabalhos desnecessários: quando a pessoa realiza tarefas que poderiam ser simplificadas ou até mesmo eliminadas, ela acaba trabalhando em excesso e ficando mais cansada ao longo do tempo.

Por isso, é importante parar para avaliar tudo que está sendo feito e delegar as atividades mais importantes.

Administre o seu tempo: é importante ter controle do seu tempo para evitar a Síndrome de Bornout.

Saiba separar trabalho e lazer, sempre aproveitando muito bem o tempo em que está fora da empresa.

Ainda, segundo Gil-Monte (2003), as estratégias de prevenção e tratamento do burnout podem ser agrupadas em três categorias: individuais, grupais e organizacionais:

A) Estratégias individuais: referem-se à formação em resolução de problemas, assertividade, e gestão do tempo de maneira eficaz;

B) Estratégias grupais: consistem em buscar o apoio dos colegas e supervisores. Deste modo, os indivíduos melhoram as suas capacidades, obtêm novas informações e apoio emocional, ou outro tipo de ajuda;

C) Estratégias organizacionais: muito importantes porque o problema está no contexto laboral, consistem no desenvolvimento de medidas de prevenção para melhorar o clima organizacional, tais como programas de socialização para prevenir o choque com a realidade e implantação de sistemas de avaliação que concedam aos profissionais um papel ativo e de participação nas decisões laborais.

Portanto, é preciso que a prevenção e o tratamento do Burnout sejam abordados como problemas coletivos e organizacionais e não como um problema individual.

A organização pode também adotar algumas medidas para a prevenção do burnout, tais como: evitar o excesso de horas extras, proporcionar condições de trabalho atrativas e gratificantes, modificar os métodos de prestação de cuidados.

Reconhecer a necessidade de educação permanente e investir no aperfeiçoamento profissional (por exemplo, formação em assertividade), dar suporte social às equipes e fomentar a sua participação nas decisões, etc.

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