4 Ps do Marketing | Entenda o Mix de Marketing Aplicado as Empresas!


A construção dos 4 Ps de Marketing, ou Mix de Marketing, é relativamente simples. Mas deve ser apoiada em um conhecimento profundo do mercado em que se está atuando.

O conceito do Mix de Marketing foi criado pelo professor Jerome McCarthy em seu livro “Basic Marketing“, lançado em 1960. O método ganhou propagação nos anos seguintes com Philip Kotler.

Como o nome já diz, trata-se das definições de marketing fundamentais que uma empresa deve fazer para atingir determinado público-alvo, a partir do posicionamento escolhido.

Por exemplo, um bairro de cultura alternativa no Rio é totalmente diferente de São Paulo e, assim por diante. Antes de mostrar um caso, vamos ver mais à fundo as definições:

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4 Ps – Preço

Refere-se a quanto e como será cobrado do cliente. Neste quesito, o produto pode ser barato ou de luxo. Pode ser cobrado uma só vez ou por mensalidade. Entre outras tantas estratégias como preço psicológico, pague quanto quiser, leilões, etc.

Normalmente o preço é atribuído a uma estratégia financeira da empresa, mas não é o caso. É claro que a venda do produto precisa ser lucrativa, mas é a vertente de custos da empresa que precisa seguir o preço definido pelo marketing, não o contrário.

Imagine, por exemplo, uma hamburgueria com uma alta estrutura de custos. Se ela colocar o preço em R$200 para pagar as contas, provavelmente ela venderá 0 unidades, pois perderá todos os clientes para a concorrência.

O mais importante sobre o preço é saber que a volatilidade dele está diretamente ligada ao posicionamento de mercado. Uma empresa que pretende ter um posicionamento parecido com o da concorrência, tem seu preço definido pelo próprio mercado.

Uma empresa que consegue se diferenciar acaba conseguindo ter uma estratégia de preço mais elástica.

Voltando ao exemplo acima, da hamburgueria. Pense em um estabelecimento que contrata um chef francês renomado para fazer seus hambúrgueres. Talvez ela consiga cobrar R$200.

4 Ps – Praça ou Ponto

A praça refere-se aos pontos de contato do público-alvo com o produto ou serviço. O principal é o local em que a venda será feita. Neste caso, pode ser online ou em lojas físicas.

Em muitos casos, é interessante pensar em utilizar praças de serviços/produtos complementares. Por exemplo, vender material esportivo em clubes ou academias.

A praça também se refere a canais de mídia onde o produto estará exposto. O planejamento desse componente do mix de marketing estará completamente ligado ao público-alvo.

Afinal, de que adianta oferecer o produto em lugares ou canais em que os compradores em potencial não estão? Ou seja, antes de fechar a estratégia de praça, é muito importante entender parte do cotidiano do público em questão.

4 Ps – Produto

Dentro do conceito do mix de marketing, a definição de produto refere-se muito mais aos aspectos intangíveis do que aos técnicos. Existem alguns atributos de marca que podem ser passados na experiência de uso de um produto ou serviço.

Uma prática importante na definição do produto é tentar entender quais atributos valorizados pelo público que são ignorados pela concorrência. Sem deixar de lado o posicionamento escolhido pela empresa.

Por exemplo, o cartão de crédito Nubank conseguiu crescer em um mercado só com grandes players com uma experiência de uso de acordo com o público escolhido.

O público em questão é composto pelos millenials, a geração que hoje possui até 30 anos e lida muito bem com tecnologia. Toda a experiência do produto foi pensada de acordo com as demandas desse público.

Facilidade de entendimento de taxas e tarifas, aplicativo fácil de usar no qual tudo se resolve, extrato com nomes amigáveis e atendimento extremamente pessoal e de qualidade.

Todos os atributos do produto devem ser pensados em termos da estratégia de marketing. Desde as principais funcionalidades até a embalagem, incluíndo os métodos e prazos da entrega.

4 Ps – Promoção

A promoção refere-se a todo o âmbito das estratégias de divulgação utilizadas pela empresa. Não só os canais, mas a comunicação que será passada para o público-alvo. A personalidade da marca e a linguagem que será usada também são pontos muito importantes no plano de marketing.

A empresa em questão terá uma comunicação mais séria ou despojada? Otimista ou “pés-no-chão”? Vai depender muito de com quem você quer se comunicar. Um exemplo simples que definimos é não utilizar muitos termos em inglês na nossa comunicação. Quando usamos, estamos sempre tentando explica-los, para que ela seja 100% acessível a qualquer empreendedor.

Em termos de canais de promoção, pode envolver marketing digital, como links patrocinados, redes sociais, e-mail marketing, etc. E estratégias offline, como anúncios impressos, rádio, televisão, entre outras possibilidades.

4 Ps da Inovação

Ao longo dos últimos anos vivenciamos a necessidade de discutir com nossos clientes o que é inovação para suas empresas. A inovação é um fenômeno complexo. Cada um vê uma parte.

Os marqueteiros focam inovações de produto, especialmente as fases de entendimento do consumidor e o posicionamento da nova oferta. Os financeiros querem logo saber os números, o fluxo de caixa descontado e as projeções de retorno do investimento para 5 anos.

Os gestores de RH normalmente estão interessados nos aspectos culturais necessários para a inovação florescer. Os engenheiros focam o funcionamento e a viabilidade técnica. Visões funcionais míopes que não traduzem o desafio de inovar em sua completude.

Nessas discussões, algumas empresas optaram por orientações mais disruptivas enquanto que outras priorizaram visões mais incrementais. Dependendo do setor, a visão de inovação ganhava intensidade tecnológica ou gerencial.

Ter a clareza do que é inovação para sua empresa é uma tarefa fundamental para abordar o assunto de forma eficaz. Entendemos que inovação consiste em transformar novas ideias em resultado. É uma definição objetiva. Concreta. Usamos dois testes básicos para essa avaliação.

É novo? Sim.

Gera resultado? Sim.

Então é inovação.

Mas inovação é mais do que isso. Inspirado nos estudos de marketing definimos os 4Ps da inovação. Visões distintas e complementares do que é inovação.

Inovação é perspectiva: Inovação é uma mentalidade. Uma forma de ver o mundo. Quem acredita na inovação tem a certeza de que pode mudar as coisas de patamar por meio de sua atuação.

Entende que as regras não são dadas, mas criadas por quem inova.  Sabe que a inovação é uma forma de ataque para se manter a frente dos demais e evitar que seja continuamente copiado.

Inovação é processo: A inovação não é um evento. É uma sequência de atividades (inputs) para gerar resultados (outputs). Não é um episódio. Inovação como processo pressupõe entender inovação como algo continuado, sistemático, deliberado.

O processo de inovação são as quatro fases – idealização, conceituação, experimentação e implementação.

Inovação é sobre projeto: Inovação é um projeto. Em algum momento do processo a ideia criativa irá se transformar num projeto. Com uma fase de descoberta e aprendizado (learning plan) e uma fase de execução.

Independente do tipo de inovação e por consequência a ferramenta mais adequada de gestão do projeto, inovação sem projeto não anda.

Inovação é sobre pessoa: Não há inovação sem inovadores. Aqueles que ousam questionar. Que tem motivação para mudar. Humildade para ouvir. Capacidade de aprender. Vontade de realizar.

Por trás da inovação há alguém que lida com o processo e materializa a mentalidade. Há inovadores mais focados nas fases de criação da ideia e outros talhados para transformar a ideia em resultado.

No momento que “cai a ficha” de que não é mais suficiente dominar a operação, aumenta o número de executivos e empresas que busca abordar a inovação de forma gerenciada.

Para tanto, compreender o que é inovação de forma estratégica e estabelecer com clareza o que isso significa para sua empresa, é o primeiro passo.

Inovação é uma perspectiva que ocorre por meio de um processo que gera projetos que não existem sem as pessoas necessárias.

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4 Ps do Marketing Pessoal

Como usar as ferramentas do marketing tradicional usado em produtos e serviços para melhorar nossa imagem profissional e pessoal? Façamos então uma análise dos quatros elementos do marketing (4Ps) aplicado na esfera pessoal.

1-PRODUTO (você) – Neste caso você é o próprio produto e precisa vender sua imagem 24 horas por dia de forma positiva ao mercado – alvo.

No mercado só há produtos por que há necessidades. Em outras palavras, somente há uma possibilidade de um produto ser posto a consumo: a de ele ser considerado necessário, ou seja, a existência de uma demanda. Se esta não for constatada, nenhum produto/serviço será consumido.

Vista sob este ângulo, a demanda se transforma em lei, mais forte do que a lei comum. Não há possibilidade de se transgredir uma lei de mercado e ainda obter êxito nos negócios ou na gestão de si mesmo.

Por conseguinte, essa é sem dúvida a primeira questão a ser considerada na definição de um produto e no processo de construção do Marketing Pessoal.

Por trás de todo produto existe uma simbologia que o identifica na cabeça do consumidor. Composto de representações visuais, como logotipos, ideias, conceitos, layout, a esse ideário é que se atribui o conceito de imagem.

Esta, por sua vez, deverá ser construída através de detalhes que, postos no conjunto, formarão a sua identidade e o significado e a importância que terá diante do consumidor.

Componentes que um bom produto (você) precisa ter:

MARCA – Ao procurar um produto, as pessoas tendem a associar a marca a alguns pontos, tais como qualidade e credibilidade.

No Marketing Pessoal, há a necessidade de associar sua imagem como pessoa a fatores que transmitam ao seu alvo características marcantes, como traços de personalidade, prestígio, valores e cultura.

Comece se perguntando qual a imagem que as pessoas têm de você? Qual a imagem que você quer transmitir? De modernidade, dinamismo, intelectualidade?

Enfim, defina o que você quer e em seguida comece a trabalhar algumas características comportamentais para a construção dessa imagem. Marcas bem administrada conseguem entrar nas mentes e nos corações dos consumidores, pois inspiram lealdade, afeto e reconhecimento.

EMBALAGEM – A embalagem pode ser definida como o envoltório de apresentação de um produto. O modo como você apresenta, anda e se veste representa a sua embalagem.

Antes de lançar no mercado, faça uma avaliação de si mesmo, do cabelo ao sapato, e se pergunte se você se compraria pela embalagem que representa.

CONTEÚDO – Em marketing, qualidade é algo incontestável. É verdade que uma boa apresentação (embalagem) conta muito, mas não é o suficiente. A qualidade de um produto não deve ser avaliada somente por uma embalagem bonita e moderna.

O profissional que deseja projeção no mercado deve ter consciência de seus limites, assim como uma base de conhecimentos, habilidades e competências, o que exige investimentos em formação, cursos e treinamentos continuamente.

GARANTIAS – A garantia é usada como forma de gerar maior credibilidade na comercialização de produtos/serviços. Quais garantias as pessoas terão ao contratar seus serviços? Suas competências, habilidades e conhecimentos (conteúdo) geram credibilidade à sua marca pessoal?

2-PREÇO (quanto você vale?) – Este item está relacionado com o nível de empregabilidade que você tem, ou seja, o quanto você é empregável, quais são suas qualidades e competências. Quanto vale seu trabalho.

Para determinar o quanto você vale, procure levar em consideração suas ações, atitudes, ideias, os concorrentes, enfim, observem o ambiente em que atua.

3-PONTO DE VENDA (sua disponibilidade?) – Como alguém pode encontrar você? Você é uma pessoa acessível? Que meios você utiliza para fazer com que seja encontrado e que sua imagem e suas ideias cheguem em tempo hábil ao seu público-alvo?

De nada adianta ser um excelente profissional, porém, distante das pessoas e do mercado.

4-PROMOÇÃO (a divulgação) – É o conjunto de ações que um indivíduo desenvolve para incentivar as pessoas e o mercado ao processo de escolha. É a forma de se fazer visto e lembrado, ou seja, tornar-se visível.

É nesse ponto que se deve se dar o trabalho de divulgação de suas ideias. No entanto, há de se ter certo cuidado com o excesso de visibilidade, que pode ser prejudicial.

Aqui surge a necessidade de se determinar estratégias de comunicação com o seu público-alvo. Há pessoas que são extremamente competentes, mas não conseguem subir na carreira porque não falam de si, de seus projetos, de suas ideias, de seus planos e, portanto, de sua competência.

Se uma comunicação eficiente não ocorrer, você não conseguirá ser valorizado. Portanto se você conseguir empregar essas ferramentas do marketing tradicional, no seu Marketing Pessoal, você conseguirá ter mais visibilidade e consequentemente será reconhecido e valorizado pelo seu potencial.

4 Ps de Uma Empresa

Os 4 Ps do marketing também chamados de Mix de Marketing ou Composto de Marketing representam os quatro pilares básicos de qualquer estratégia de marketing: Produto, Preço, Praça e Promoção. Quando os 4 estão em equilíbrio tendem a influenciar e conquistar o público.

Dependendo do autor do artigo ou livro, os nomes podem variar: Mix de Marketing, Composto de Marketing.

  • Mas, salvo as variações na nomenclatura, o nervo central permanece inalterado:
  • os 4 Ps do marketing são os pilares básicos de toda e qualquer estratégia.
  • O que é, em essência ter sucesso em seu negócio? Vender.
  • Só que para isso é preciso construir a sua marca.
  • E isso significa muito mais do que abrir um canal de vendas e expor a mercadoria.
  • É preciso desenhar e construir a sua marca sobre mais do que um pilar.
  • Quer um exemplo que todo brasileiro conhece? Havaianas.
  • Uma simples sandália de borracha.
  • Há pouco mais de 20 anos, era das mais simples e baratas, vendidas em mercados e voltadas para o público de baixo poder aquisitivo.
  • Quem nunca ouviu que “Havaianas eram chinelo de pedreiro”?
  • Só que, em 1994, a empresa lançou a Havaianas TOP.
  • Ao invés das clássicas solas brancas e tiras azuis ou pretas, a nova linha vinha em cores fortes, um tantinho mais altas no calcanhar e logo em relevo.

A partir de uma esperta campanha, com propagandas originais e bem humoradas (que se tornaram marca da empresa – já viu a propaganda com a atriz Suzana Vieira?), passaram a se tornar objeto de desejo, mesmo que mais caras que o modelo antigo.

A distribuição também sofreu uma grande mudança.

Cores e modelos passaram a ser escolhidos de acordo com o público do entorno.

E, é lógico, o investimento em um display colorido e de qualidade, com os pares de sandálias distribuídas por cores e tamanhos, prontas para serem desfiladas nos pés dos clientes.

O resultado foi um crescimento exponencial que, inclusive, fez com que a empresa criasse uma área voltada especificamente para o comércio exterior.

E hoje a sandália continua ocupando status de artigo típico brasileiro, com diversas lojas espalhadas pelo país.

Aliás, pelo mundo…

Agora vamos voltar à nossa situação: não bastaria a Havaianas criar sandálias coloridas (Produto), com uma nova tabela de valores (Preço), investir em uma dinâmica de distribuição e venda (Praça) ou fazer propagandas divertidas e coloridas (Promoção).

O sucesso desse case está justamente no equilíbrio desses 4 setores, trabalhando para fortalecer a marca frente a um público-alvo muito bem selecionado.

E agora que pudemos mostrar e fazer você entender como funciona o conjunto dos 4 Ps de marketing, é hora de entender qual o papel de cada um deles.

4 ps administração

O composto de marketing, ou marketing mix é formado por quatro elementos que são chamados de os 4 Ps do Marketing. Kotler define o composto de Marketing como “o conjunto de ferramentas que a empresa usa para atingir seus objetivos de marketing no mercado alvo”.

Os 4 Ps do marketing são: Produto, Preço, Promoção e Praça (ou ponto de venda), do inglês (product, price, promotion e place).

Cada uma dessas quatro variáveis engloba várias atividades, sendo que todas em conjunto buscam atingir o mercado alvo.

  • Produto: design, marca, tamanho, qualidade, embalagem, variedades de produtos, garantias, etc.
  • Preço: prazo, preço, desconto, crediário, condições de pagamento, etc.
  • Promoção: propaganda, publicidade, relações públicas, promoções.
  • Praça (ponto de venda): logística, transporte, armazenagem, distribuição, etc.

A empresa que pretende se manter competitiva no mercado precisa estar atenta aos 4 elementos e definir suas estratégias de acordo com seus objetivos. A empresa pode ter um produto excelente.

Porém se suas condições de pagamento não forem boas, se não houver divulgação do produto e sua distribuição for dificultosa, o produto dificilmente terá boa aceitação no mercado.

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Como implementar os 4ps

Os diversos escritores que tratam o tema de maneira “desrespeitosa” deveriam buscar na pesquisa a evolução conceitual, e foi isso que nos motivou escrever este artigo.

Ao ir em um bookstore me deparei com uma grata surpresa, a 14ª ed. de Marketing Management de Philip Kotler, ainda em inglês, mas pasme, mais caro que a versão em português (da 12ª ed.).

Como não estava em meu planejamento financeiro este mês o investimento, me contentei em folear e descobri a evolução conceitual do mix de marketing.

bserve que o resumo de tudo é o cliente, mas o que tem de novidade nisso… Só relembrando os conceitos de marketing são todos direcionados para atender as necessidades e desejos dos clientes, por ele para ele são todas as operações da empresa, sem ele a empresa não existe e pronto.

O que fico abismado é que o mundo corporativo ainda enxerga como sendo a empresa para os seus investidores, e está provado que não é, tudo é para o cliente. Os empreendedores ganham na consequência.

Mas, uma outra coisa me deixa intrigado; Se todos somos humanos, gente, e até para comprar ração para nosso bichinho de estimação, somos nós, Pessoas quem compramos, porque somos tratados de clientes, de maneira tão pejorativa, ao invés de sermos tratados por Pessoas, Gente???

Com essas tabelas comparativas fica muito simples entender porque o plano de marketing deve iniciar com a análise dos 4 P´s, e que o centro das atenções deve ser a escolha da definição ou conceito de marketing mais apropriado para cada negócio e cada empreendedor, em uma análise de perfil cultura, mais até que do próprio negócio.

A estratégia mercadológica do composto de marketing pode ser definida como o conjunto de variáveis controláveis que a empresa pode utilizar para influenciar as respostas das Pessoas a dúvida do cotidiano: O que eu quero comprar agora, qual é a minha rela necessidade?

Através da multiplicidade de veículos é que somos maciçamente influenciados pelo marketing, e disse certa feita em um congresso o grande Marcos Cobra:

“Desde que acordamos até o momento em que dormimos, todas as nossas ações são permeadas e monitoradas pelo marketing”.

Poderia ficar escrevendo horas a fio sobre um quinto “P” do marketing, a PAIXÃO, até porque, sou um apaixonado pela vida, pelos meus Filhos, pela minha Esposa, sou um apaixonado pela sala de aula, pelo marketing e digo que ninguém usa um produto qualquer, compra ou até mesmo dá um presente (e para isso tem que comprar), sem ter se apaixonado por ele, mas só vou colocar este tópico para a sua reflexão.

Concordo com os processos evolutivos e coerentes, que conduzam e permitam o desenvolvimento empresarial continuo, na visão de estar sempre na busca do melhor atendimento as Pessoas, ou seja, no caminho da excelência organizacional.

Devo citar neste momento um quinto “P” para a sua avaliação mais crítica e para quando for elaborar qualquer plano ou desenvolver projetos, pense que este pode ser um dos grandes ganchos de vendas.

E mantenha o foco no seguinte ponto:

“A missão do marketing é ajudar a empresa a alcançar o crescimento lucrativo”.

Como Medir o Desempenho do Colaborador

Uma das tarefas mais difíceis do gestor é manter a equipe trabalhando unida e comprometida com as metas e sucesso da empresa. Lidar com pessoas não fácil, cada colaborador possui suas características e personalidade.

Então como encontrar uma maneira de obter o respeito de todos e manter a equipe motivada e produtive? É simples: Justiça!

Algo que ninguém tolera é a injustiça, e muitos colaboradores se veem injustiçados. Você já deve ter se deparado com burburinhos como estes:

  • “Trabalho muito e não tenho reconhecimento”
  • “Fulano chega sempre atrasado e ninguém fala nada”
  • “Fulano passa o dia no Facebook e eu aqui me matando”

Estes são só alguns exemplos do que uma má administração de equipe pode ocasionar. A mente do ser humano funciona assim: “Se ele ganha o mesmo que eu e não faz nada, porque eu devo fazer?”

Quando seus melhores talentos começarem a pensar dessa maneira, sua produtividade descerá ladeira a baixo! Você não pode deixar que as coisas cheguem a esse ponto.

Você deve manter sua equipe em um nível sadio de competição, sempre puxando para cima. Sua equipe deve formar exemplos, um colaborador deve ver o esforço do outro e pensar “Fulano tem dado duro e foi reconhecido, vou me esforçar para produzir tanto ou mais do que ele!”

E a única maneira de você jogar limpo e transparente com sua equipe é ter dados concretos para apresentar. A Avaliação de Desempenho não é um plus que grandes empresas devem ter. É uma realidade que TODAS as empresas deveriam se preocupar.

O capital humano é o maior ativo de qualquer empresa. Pense comigo:

  • Você tem CERTEZA de qual funcionário é seu melhor talento?
  • Você tem CERTEZA de qual colaborador é o mais produtivo?
  • Quantos colaboradores da sua equipe chegaram atrasado nos 2 últimos meses?
  • Quantos colaboradores da sua equipe faltaram e apresentaram atestado nos últimos 6 meses?

Se você é um gestor de equipe, você deveria ter todos estes dados a poucos cliques de alcance. Deveria possuir um sistema atualizado com tudo o que acontece na sua equipe, e assim ter total controle sobre ela.

Como recompensar o melhor colaborador e evitar perdê-lo para um concorrente por falta de reconhecimento? Como planejar ações de melhoria e desenvolvimento para seus colaboradores que podem render mais?

Como saber quais competências cada colaborador tem de melhor, e desenvolver e a primorar as que possui deficiência?

A resposta para todas as perguntas é: Avaliação de Desempenho.

Com a Avaliação de Desempenho você resolve todas estas situações:

Um colaborador foi demitido e acionou sua empresa na justiça: Com a Avaliação de Desempenho, você terá dados concretos e atualizados (desde a entrada do funcionário na empresa até sua saída) e poderá justificar o porque da demissão.

Terá anotações de cada atraso, de cada conduta equivocada ou falta de preparo para exercer a função requerida, tendo assim uma base sólida para se defender.

Evitar que “Uma maçã podre estrague o cesto de frutas”: Um colaborador revoltado causa grandes danos a uma equipe. Fora o próprio desempenho ruim, pode instigar seus colegas a também fazerem corpo mole ou sabotar a empresa por algum motivo.

Com a avaliação de desempenho, você terá subsídios para refutar qualquer argumento que este colaborador tenha para infectar a equipe. Mostre ao resto da equipe que as reclamações dele não tem fundamento, baseado em dados concretos que ele não poderá negar.

Evitar Gastos Desnecessários Com Treinamentos Equivocados: É muito comum nas empresas, equipes inteiras receberem treinamentos. Mas, isso é correto? Não seria bem mais assertivo que cada colaborador recebesse o treinamento que mais precisa para se qualificar, ou para exercer melhor a sua função?

Com a Avaliação de Desempenho, você consegue filtrar cada competência em que seu colaborador é melhor e pior, e assim estabelecer o Plano de Desenvolvimento Individual para que ele se qualifique da melhor maneira possível.

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