Empregabilidade: saiba como se manter no mercado, por mais tempo


O que é empregabilidade?

O termo empregabilidade surgiu na última década e pode ser definido como a qualidade que possui a pessoa que está sincronizada com as exigências do mercado de trabalho, não necessariamente nos padrões tradicionais de emprego.

Aumentar sua empregabilidade pode, inclusive, significar lançar-se como prestador de serviços, tendo como vínculo com a empresa apenas um projeto em andamento.

Empregabilidade

Empregabilidade é um tema extremamente dinâmico e a lista de pré-requisitos necessários para ser desejado pelo mercado cresce continuamente.

As chamadas competências essenciais vão se tornando mais amplas e mais complexas à medida que o tempo passa.

Há algum tempo o capital intelectual era uma vantagem competitiva por excelência.

Hoje, sem a presença do capital emocional e do capital ético, apenas para citar duas concepções vigentes, apenas o capital intelectual não garante a contratação e permanência no mercado de trabalho.

Quanto mais aumenta o nível da competitividade e, porque não dizer, a histeria corporativa, mais as questões relativas à capacidade de enfrentar e conviver com altos níveis de pressão tornam-se evidentes.

Conviver cotidianamente com este nível de pressão não requer apenas intelecto relevante, mas, condições físicas e mentais pra lá de saudáveis.

As maiores causas de afastamentos a partir do nível gerencial se devem a transtornos psicológicos, muitos deles potencializados pelo estresse negativo oriundo dos níveis crescentes de pressão e da falta de uma disciplina que permita crescimento na carreira associado à qualidade de vida. Sim, isso é possível!

A empregabilidade baseia-se numa recente nomenclatura dada à capacidade de adequação do profissional às novas necessidades e dinâmica dos novos mercados de trabalho.

Com o advento das novas tecnologias, globalização da produção, abertura das economias, internacionalização do capital e as constantes mudanças que vêm afetando o ambiente das organizações, surge a necessidade de adaptação a tais fatores por parte dos empresários e profissionais.

O termo empregabilidade foi criado por José Augusto Minarelli, no fim dos anos 90.

Remete à capacidade de um profissional estar empregado, mas muito mais do que isso, à capacidade do profissional de ter a sua carreira protegida dos riscos inerentes ao mercado de trabalho

Empregabilidade e mercado de trabalho

Abaixo, algumas sugestões para que você tenha seu passe valorizado neste mercado competitivo:

  • Adote o lema da Universidade de Harvard (EUA): é importante saber muito de pouco e pouco de muito. Seja um especialista generalista.
  • Procure conhecer idiomas, costumes e religiões de outros países para que possa perceber como agem as pessoas que atuam na sua área em lugares diferentes do mundo e por quais mudanças têm passado.
  • Viaje bastante dentro e fora do Brasil para vivenciar tudo. Um intercâmbio fora do país aumentará em muito o seu coeficiente de empregabilidade, principalmente se você ainda não ingressou no mercado de trabalho.
  • O que você julga ser verdadeiro, imutável, permanente e absoluto não é tão verdadeiro, nem tão imutável, nem tão permanente, nem tão absoluto assim.
  • Estude sempre. Quando você pára de estudar, pára de se atualizar e, por fim, deixa de aproveitar novas oportunidades.
  • Aumente o seu nível cultural: vá ao teatro, assista bons filmes no cinema, navegue por bons sites.
  • Leitura constante de revistas de negócios, livros especializados e jornais diários fazem parte do cardápio de um profissional empregável.

Ser digno de confiança é um pré-requisito fundamental que sobrepõe o desejo por desafios e a capacidade de trabalhar sobre pressão.

Seus diferenciais nobres são aqueles que estão tão associados ao seu ser, e que se tornam difíceis de serem copiados por seus pares: sua personalidade, seu caráter e o seu comportamento estão entre elas.

Diferenciais pobres são facilmente copiados. Diferenciais nobres são os verdadeiros diferenciais!

Os cases que você ajudou a escrever e que são anteriores à busca atual por emprego falam mais alto que seu currículo.

Mesmo que você esteja saindo da universidade, cases que você tenha construído enquanto graduando ou pós-graduando, testemunhos de professores que tenham respeito por seu potencial, tudo isto conta a seu favor.

Somos uma sociedade relacional, quem conhece você e o que estas pessoas pensam a seu respeito é de enorme importância!

Por isso, não despreze o seu marketing pessoal, estou falando verdadeiramente de marketing pessoal, não de agir como um “marketeiro barato”, destes que pretendem enganar o mundo com uma genialidade que ninguém a não ser sua própria vaidade consegue perceber.

Se você tem valor, o mundo precisa ser informado deste valor, até porque os “indivíduos marketeiros” já citados estarão sempre divulgando um valor que não possuem e roubando oportunidades dos competentes omissos.

Por isso, você, que é uma pessoa de valor, deve e merece ser reconhecido e as ferramentas de marketing também existem para trabalhar em favor da verdade e da ética!

Quanto maiores forem as suas condições de manter a mente aberta para transitar com qualidade por ambientes multiculturais e colaborar na elaboração de cases em cada ambiente que você freqüenta, maior a sua empregabilidade!

O mundo demanda por profissionais competentes, éticos, determinados e com visão de futuro.

Nenhuma competência acima da média será desprezada se não o for primeiro por quem a possui.

Auto-motivação significa acreditar em seus motivos para agir e, com base nesta certeza, cativar a confiança e as oportunidades que dependem daqueles que têm poder de decisão.

Sua empregabilidade depende da sua capacidade de gestão da sua própria vida e carreira. E diferenciais, devem por definição, ser DIFERENTES!

Gere impacto, torne-se merecedor de ser lembrado e desejado pelo mercado.

Empregabilidade é uma questão de uma excelente bagagem e um ótimo marketing pessoal.

Você deve buscar ser tão bom que até seus concorrentes tenham que admitir em silêncio: Este cara é demais! Esta garota é impossível!

Empregabilidade em tempos de crise

Em todos os meios de comunicação não se fala em outra coisa.

A crise chegou para todos e os reflexos no mercado de trabalho são evidentes. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego do segundo trimestre de 2016 é a maior da série histórica iniciada em 2012, em todas as grandes regiões do país.

Com tantos profissionais disponíveis, as empresas tendem a exigir cada vez mais e a oferecer cada vez menos. O fato é que, assim como no mercado de bens e serviço, os escolhidos serão aqueles que estejam preparados para resolver os problemas e agregar valor à vida e aos negócios.

Quanto à retribuição financeira, esta será equivalente ao valor percebido pelas organizações. Será que você oferece além do que os demais que estão no mercado têm oferecido? O quão escasso você é?

Diante deste cenário é preciso repensar o nível de empregabilidade, ou seja, a capacidade de manutenção do emprego ou reinserção no mercado de trabalho.

Antes de qualquer atitude é preciso entender o que o mercado procura nos profissionais.

Quem tem medo de ficar desempregado pode adotar três medidas para se proteger: fazer uma reserva financeira, empreender negócio próprio ou trabalhar sua empregabilidade.

reserva financeira é uma medida bastante objetiva, logo, facilmente mensurada.

O profissional pode estimar seu custo médio mensal e, a partir deste, separar uma parte dos seus ganhos para acumular reservas.

Desse modo, caso seja surpreendido com uma demissão, terá prazo razoável (proporcional a reserva acumulada) para se recolocar no mercado de trabalho.

Empreender negócio próprio é uma medida mais complexa, que envolve diversos fatores, como capital inicial, conhecimento do mercado, concorrência, aptidão profissional. Portanto, assunto suficiente para novo artigo que, provavelmente, abordarei em outras oportunidades.

Empregabilidade e desenvolvimento pessoal

Empregabilidade tem a ver com qualificação profissional e permanente atualização, responsabilidade essa mais do Estado que das empresas, no âmbito das
políticas públicas.

É muito comum atribuir a culpa do desemprego de alguém à sua falta de empregabilidade.

No entanto, avança a noção segundo a qual cabe ao Estado preparar o trabalhador, levando em conta as necessidades do mercado de trabalho e suas constantes alterações.

Empregabilidade

De acordo com essa noção, não cabe ao Estado apenas assegurar empregos, mas tornar o trabalhador apto a ser contratado, exercendo, nesse ponto, importante e
limitado papel de conter o avanço do desemprego.

Quanto mais aumenta o nível da competitividade e, porque não dizer, a histeria corporativa, mais as questões relativas à capacidade de enfrentar e conviver com altos níveis de pressão tornam-se evidentes.

Conviver cotidianamente com este nível de pressão não requer apenas intelecto relevante, mas, condições físicas e mentais pra lá de saudáveis.

As maiores causas de afastamentos a partir do nível gerencial se devem a transtornos psicológicos, muitos deles potencializados pelo estresse negativo oriundo dos níveis crescentes de pressão e da falta de uma disciplina que permita crescimento na carreira associado à qualidade de vida.

Sim, isso é possível!

O termo empregabilidade surgiu na última década e pode ser definido como a qualidade que possui a pessoa que está sincronizada com as exigências do mercado de trabalho, não necessariamente nos padrões tradicionais de emprego.

Aumentar sua empregabilidade pode, inclusive, significar lançar-se como prestador de serviços, tendo como vínculo com a empresa apenas um projeto em andamento.

Alguns gostam de afirmar que empregabilidade responde pelo número de alternativas que você possui caso queira mudar de emprego. Então, se você fosse demitido ou decidisse fazer algo diferente a partir de agora, o que faria e quais empresas estariam dispostas a contratá-lo? Uma pergunta que merece reflexão.

Sem dúvida alguma, é fundamental ser empregável nos dias de hoje porque todos aqueles que estão entrando ou pretendem manter-se no mercado de trabalho não podem mais acreditar que as melhores colocações estão apenas dentro das empresas, como empregados.

Há muitos médicos que trabalham durante um período do dia em um hospital, atendem em sua clínica particular e ainda são professores universitários.

Caso eles venham a perder um destes trabalhos não haverá um brusco impacto em seus padrões de vida.

Por outro lado, o médico que trabalha apenas em um hospital e acaba sendo demitido devido à reestruturação do mesmo – não possuindo outra fonte de renda – sentirá quase que instantaneamente os reflexos da perda da sua ocupação atual. Por isto, cuidado!

Atributos relacionados à empregabilidade

Sobre este fator, vale estar atento as seguintes perguntas e fatores:

  • Quanto a sua bagagem pessoal e profissional é interessante para o mercado?
  • Que “diferenciais nobres” você possui quando comparado a outros profissionais com uma formação e trajetória parecidas com a sua?
  • Quais as razões justificam o desejo de uma empresa em ter você como parte do capital estratégico/competitivo da organização?
  • O quanto a sua história de vida e de carreira falam mais alto que seu currículo.

Ou seja, quando você pensa nas pessoas que detêm o poder de contratá-lo você tem que pensar: Afinal por que elas se importariam?

Você não vale apenas o quanto sabe, mas vale o quanto “é”.

Uma pessoa de grande competência técnica cujas qualidades morais e éticas não sejam comprováveis já não interessa a uma organização lúcida.

Ser digno de confiança é um pré-requisito fundamental que sobrepõe o desejo por desafios e a capacidade de trabalhar sobre pressão.

Seus diferenciais nobres são aqueles que estão tão associados ao seu ser, e que se tornam difíceis de serem copiados por seus pares: sua personalidade, seu caráter e o seu comportamento estão entre elas.

Diferenciais pobres são facilmente copiados. Diferenciais nobres são os verdadeiros diferenciais!

Mudanças acontecem em todo lugar o tempo todo e são a única certeza que temos para o futuro, afirma a professora da IESE Business School Mireia Las Heras. Crises econômicas, fusões, aquisições e a tecnologia cortam postos de trabalho e impulsionam a competitividade.

Estabilidade de emprego? Não é mais uma realidade possível para os profissionais da iniciativa privada. Em períodos tão movediços, a professora indica cinco ações ligadas à gestão de carreira para dar sustentação à empregabilidade.

Essenciais nos momentos mais negros de uma crise, as atitudes indicadas pela professora são, certamente, efetivas também na bonança.

1. Reflexão 

Qual o seu perfil profissional? Que habilidades desenvolveu até este ponto da sua carreira e quais as suas principais contribuições às empresas para as quais trabalhou? Encontrar respostas para estas perguntas é o primeiro passo a ser dado, segundo a professora da IESE Business School.

Ela afirma que o autoconhecimento ganhou uma importância inédita porque o horizonte de desenvolvimento da carreira está mudando muito: empresas se fundindo, empresas desaparecendo, indústrias mudando portfólios de produtos.

“Neste contexto, o autoconhecimento é importante para que o profissional saiba no que é bom, onde pode contribuir e como pode fazer uma mudança de carreira da maneira mais suave”, diz.

2. Experiências

Para os proativos, crises são um convite ou até mesmo um empurrão para reinvenção profissional, diz a professora. “Para aqueles que não tem autoconhecimento e não são proativos, a crise provavelmente os levará à estagnação e a um cenário de poucas opções ou possibilidades de carreira”, diz Mireia.

Abrir-se a possibilidades de crescimento profissional – seja por meio de voluntariado, novos hobbies, cursos ou a partir da interação com a rede de contatos – traz insights sobre suas habilidades e paixões.

3. Gerenciamento da presença online

Tenha a certeza de que o que pode ser encontrado sobre você na internet vai ao encontro da maneira como você quer se apresentar ao mundo. Lembre-se de que a ausência de perfis em redes sociais também diz sobre você.

Como você pode mostrar aos outros o que você sabe e sobre o que se interessa? Como mostrar o que você já fez no passado e revelar seus pontos fortes? Blogs, LinkedIn e outras redes sociais podem ajudar neste processo.

“No LinkedIn, não é necessário criar uma comunidade, é possível partilhar com as pessoas que já estão na sua rede e isso não exige um esforço semanal, por exemplo. Mas é possível ainda sim estar presente lá para mostrar o que você sabe no que é bom”, diz Mireia.

O Twitter, segundo a professora, pode ser uma ferramenta para revelar interesses e construir uma rede de pessoas que tenham estes mesmos gostos. Facebook é mais relacionado a assuntos pessoais e, por isso, pede cuidado com mecanismos privacidade, diz a professora da IESE.

4. Flexibilidade

“A flexibilidade tem se tornado mais importante porque precisamos nos adaptar a um ambiente que muda rapidamente em termos políticos, sociais, industriais, de mercado e de tecnologia”, diz Mireia.

Autoconhecimento, autogerenciamento, adaptabilidade e autoconhecimento também são habilidades comportamentais necessárias e tão importantes quanto a flexibilidade, segundo a professora.

5. Investimento em capital social

Por capital social entenda pessoas que da sua rede com quem você pode aprender , se desenvolver e ganhar mais autoconhecimento. “ Melhorar o seu capital social é conectar-se a pessoas com as quais é possível aprender e também contribuir”, diz a professora.

Participar de eventos, reuniões e conferências é uma maneira de investir em capital social para além do gerenciamento da presença online.

Empregabilidade e empreendedorismo

Com as novas tecnologias da comunicação e informação, os conceitos de empregado e de subordinação passam por profunda revisão, determinando o avanço do trabalho autônomo, do trabalho á distância, do trabalho temporário e a tempo parcial.

Denomina-se flexibilização as constantes revisões pelas quais passa o Direito do Trabalho, de preferência no plano da negociação coletiva, sem prejuízo dos direitos fundamentais do trabalhador.

Esse ajuste às novas realidades implica permanente oposição e conflito entre o princípio protecionista e a liberdade de gestão empresarial.

A flexibilização envolve um conflito maior, em face de concepções
antagônicas sobre o papel do Direito na gestão da sociedade e a função do Direito do
Trabalho na regulação das relações entre empregado e empregador.

A primeira concepção apresenta-se como intervencionista, de cunho protecionista; a outra, liberal, pregando maior liberdade na gestão da empresa, por meio de leis mínimas.

No mundo globalizado, os empregadores não podem e nem devem ser tão rigorosos com padrões pré-existentes de vestuário. Afinal os funcionários tem orçamento , e , dentro desse orçamento uma parcela é para vestuário.

Não podemos viver de aparências e sim de resultados profissionais importantes.

Os empresários devem olhar além da aparência procurando ver o potencial. As empresas precisam muito mais do que funcionários bem obedientes, precisam da capacidade “pensante” dos seus funcionários.

Muitas empresas absorvem padrões muito rígidos de beleza ou de aparência que torna o relacionamento empregado- empresa muito desgastante. O funcionário pode gastar além do seu orçamento em vestuário e pode contrair divídas maiores para sustentar um padrão de vida que pode sofrer modificações.

O vestuário está condicionado ao orçamento que está condicionado ao salário. Dentro do percentual do salário é que se gastará bem comprando roupas.

O bom empregador até oferece bons convênios com lojas e hipermercados ou atacadistas para beneficiar seus funcionários.

 

Empregabilidade competências pessoais e profissionais

Os nascidos entre as décadas de 70 e 80 provavelmente conhecem pessoas que iniciaram e concluíram suas carreiras em uma mesma empresa.

Mas, isto é coisa do passado. A chamada “estabilidade no emprego”, antes tão valorizada pelas empresas no momento da contratação, começou a ser vista como acomodação no emprego. Atualmente, se valoriza o aprendizado e o crescimento obtido através do trabalho.

Dessa maneira, torna-se comum e até certo ponto desejável que os profissionais mudem de função e de área dentro da mesma empresa ou mudem de empresa.

As mudanças são a maior certeza em mundo globalizado e aproximado pelas tecnologias da informação e comunicação.

Para serem competitivas, pessoas e empresas precisam ser ágeis, flexíveis, versáteis, proativas, resilientes, empreender, acompanhar e promover mudanças, inovar, diferenciar-se.

Empregabilidade

Os profissionais com essas características têm elevado o valor do seu trabalho e da sua empregabilidade. São os chamados “talentos”, nem generalistas nem especialistas, são multiespecialistas.

Empregabilidade é mais do que a capacidade de o indivíduo conseguir novas oportunidades de emprego, manter-se empregado e conseguir promoções.

É definida por Rueda, Martins e Campos (2004) como as ações empreendidas pelas pessoas para desenvolver habilidades e buscar conhecimentos favoráveis, com vistas a conseguir uma colocação no mercado de trabalho, seja ele formal ou informal.

Já a empresariedade é a capacidade da empresa em reter seus talentos por meio de ações como:

  • Ambiente incentivado e saudável;
  • Salário competitivo;
  • Benefícios iguais ou acima do mercado;
  • Excelente clima organizacional;
  • Política de recursos humanos clara;
  • Objetiva e voltada para o desenvolvimento do indivíduo;
  • Objetivos e metas que permitam o crescimento do indivíduo alinhado ao crescimento da empresa.

    De nada adiante ter competências se não houver empreendimentos.

 

É preciso haver emprego, não? Se não houver, não há onde empregar a competência.

 

Como pouco podemos contribuir para a geração de empreendimentos, resta-nos apenas especializar e aprimorar a nossa capacidade de interpretação do ambiente.

 

Isso significa decifrar contextos para melhor prever o futuro – o que nos remete novamente a “refletir sobre questões anteriormente propostas” e “trabalhar novamente o planejamento estratégico” da carreira.

Para concluir, trabalhar a empregabilidade não é tarefa fácil!

 

A equação tem apenas dois componentes: competência profissional e necessidades organizacionais.

 

O profissional, no entanto, só consegue atuar em um deles – e ainda assim com restrições de recursos, principalmente dinheiro e tempo. Minha dica? Faça o melhor que puder e, enquanto não alcançar o que espera, lembre-se de que nem tudo depende exclusivamente de você.

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