Logística Empresarial | Entenda O que Significa e Seus Conceitos!


Os líderes da área de logística empresarial deverão estar devidamente preparados e atualizados para repassar claramente as mudanças que estão ocorrendo.

Isso exigirá a permanente busca por mais conhecimentos técnicos e práticos, visão de processos e com todo o seu contexto e um perfil adequado.

Mas o que é logística?

A logística existe desde os tempos mais antigos. Na preparação das guerras, líderes militares desde os tempos bíblicos, já se utilizavam da logística.

As guerras eram longas e nem sempre ocorriam próximo de onde estavam as pessoas. Por isso, eram necessários grandes deslocamentos de um lugar para o outro, além de exigir que as tropas carregassem tudo o que iriam necessitar.

Para fazer chegar carros de guerra, grandes grupos de soldados transportavam armazenamentos pesados aos locais de combate.

Era necessária uma organização logística das mais fantásticas. Envolvia a preparação dos soldados, o transporte, a armazenagem e a distribuição de alimentos, munição e armas, entre outras atividades.

Durante muitos séculos, a Logística esteve associada apenas à atividade militar.

logística empresarial

O surgimento da logística empresarial

Com o decorrer dos anos, esses conceitos migraram para o ambiente empresarial, ganharam vulto e sua importância vem crescendo e fazendo parte da rotina das empresas de sucesso do mundo globalizado.

Podemos dizer que a logística trata do planejamento, organização, controle e realização de outras tarefas associadas à armazenagem, transporte e distribuição de bens e serviços.

O conceito atual de logística nos negócios se desenvolveu na década de 1950.

Isto foi devido principalmente à crescente complexidade encontrada nos negócios na gestão de materiais e entregas de produtos em uma cadeia de suprimentos cada vez mais global, que requeria profissionais especializadas.

O Council of Supply Chain Management Professionals (Conselho Profissional de Administração de Cadeias de Suprimentos) define a logística como a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja.

Implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes.

Todas as atividades envolvidas na movimentação de bens para o lugar certo no momento certo podem ser descritas dentro dos termos gerais logísticos ou distribuição.

Os componentes de um sistema de logística típico são: atendimento ao cliente, previsão da demanda, comunicação da distribuição, controle de inventário, gestão de materiais, processamento de ordens e partes, suporte de serviço, seleção de planta e armazém, compras, embalagem, gestão de bens devolvidos, disposição de sobras e rejeitos, transporte e tráfego, e armazenagem.

Uma posição em uma empresa pequena pode envolver todas estas atividades, enquanto o trabalho em uma grande corporação pode significar estar envolvido com uma única ou algumas poucas áreas.

Nas últimas quatro décadas, a logística avançou do transporte/depósito/armazenagem para o nível estratégico da empresa.

Na base do moderno conceito de logística integrada está o entendimento de que a logística deve ser vista como um instrumento de marketing, uma ferramenta gerencial, capaz de agregar valor por meio dos serviços prestados, além de constituir-se em oportunidade de redução de custos.

A logística empresarial inclui todas as atividades de movimentação de produtos e a transferência de informações, porém para que seja gerenciada de forma integrada, a logística deve ser trabalhada como um sistema, ou seja, um conjunto de componentes interligados, trabalhando de forma coordenada, tendo como meta atingir um objetivo comum.

A tentativa de otimização de cada um dos componentes, isoladamente, não leva à otimização de todo o sistema. Ao contrário, leva à sub-otimização. Tal princípio é normalmente conhecido como trade-off, ou seja, o princípio das compensações, ou perdas e ganhos.

Neste artigo vamos apresentar as principais implicações da logística, citações das práticas logísticas existentes, bem como a descrição de formas e meios de aplicar princípios logísticos, proporcionando uma base conceitual para integração da logística como competência central na estratégia empresarial.

A Logística empresarial nasceu da importância da redução de custos nas empresas e na maior importância que se dá hoje em atendimento das necessidades dos clientes.

Quando todos os produtos se tornam iguais, a empresa mais competitiva será aquela que conseguir ser mais eficiente e eficaz, se antecipando a prováveis problemas que possa vir a enfrentar.

Some-se a isso, que o mundo está se tornando cada vez mais um mercado global, as fronteiras geográficas estão desaparecendo e a expectativa é que as empresas estejam preparadas para enfrentar as realidades desse novo desafio.

A Logística Empresarial no Brasil

Na década de 60, o mercado estava de certo modo sob o controle das empresas, pois os mercados não eram tão dinâmicos e globalizados quanto os de hoje, em dia, as mudanças ocorriam de forma lenta e os produtos tinham um ciclo de vida longo.

Para que a maioria das empresas chegassem ao cenário atual, a logística teve uma participação muito importante nessas mudanças.

No mercado nacional essas mudanças só começaram a acontecer de forma mais rápida na década de 90, quando teve início o processo de redução das alíquotas de importação, logo após esse período houve uma grande dificuldade para a maioria das empresas nacionais, pois estas não estavam preparadas para uma abertura de mercado.

A Logística no Brasil vem constituindo-se em um negócio de grandes proporções que evoluiu muito rapidamente nos últimos anos, e passou por profundas transformações em direção a maior sofisticação.

Na indústria, nos anos 60 quando a concorrência era menor, os ciclos dos produtos eram mais longos e as incertezas do mercado mais controláveis, tinha sentido perseguir a excelência nos negócios através da gestão eficiente de atividades isoladas como compras, transportes, armazenagem, fabricação, manuseio de materiais e distribuição.

Hoje, com os mercados cada vez mais dinâmicos e globalizados, os clientes ficaram cada vez mais informados e exigentes. Para satisfazê-los, são necessários produtos com ciclos de vida bem mais curtos e com semelhança tecnológica muito grande.

Surgiu, então, o conceito de logística integrada que significou considerar como elementos de um sistema todas as atividades de movimentação e armazenagem que facilitam o fluxo de produtos, desde o período de aquisição dos materiais até o ponto de consumo final; assim como os fluxos de informações que gerem os produtos em movimento.

No Brasil estas mudanças vieram a ocorrer principalmente após 1990, quando houve a redução das alíquotas de importação, desde então, as empresas Brasileiras tiveram que passar a ser mais competitivas.

Por causa do aumento da concorrência ou poderiam perder seu mercado, ou até mesmo fechar as portas. Devido a essas mudanças a logística vem tendo cada vez mais, um papel muito importante dentro das empresas.

A logística empresarial no Brasil vem constituindo-se em um negócio de grandes proporções que evoluiu muito rapidamente nos últimos anos.

A logística no Brasil passou por profundas transformações em direção a uma maior sofisticação.

Essas transformações são evidenciadas em diferentes aspectos, sejam eles relacionados à estrutura organizacional, às atividades operacionais, ao relacionamento com os clientes, proporção cada vez maior de empresas, a logística situa-se nos mais altos níveis hierárquicos.

A importância da logística empresarial

Até 1990, quando teve início o processo de redução das alíquotas de importação, as empresas brasileiras não demonstravam maior preocupação com a questão da competitividade.

Acomodadas com a falta de competição, num ambiente de reservas de mercado, e convivendo com uma conjuntura favorável de demanda, as empresas davam pouca atenção às questões de qualidade e produtividade.

Afinal de contas, porque empresas iriam investir em melhoria de qualidade, aumento de produtividade e melhores serviços aos clientes, se existiam um amplo mercado consumidor, um baixo grau de concorrência e uma elevada inflação que permitia aplicar os recursos financeiros com altas taxas de juros?

No início da década de 90 a situação começou a se modificar, pois nesta época houve um aumento de concorrência em função da abertura do mercado brasileiro ao mercado globalizado.

Além disso, nesta mesma época, em conseqüência do plano real, houve um aumento no poder de compra dos consumidores.

Já em seu relatório anual de 1990, o World Competitiviness Report questionava a capacidade das empresas brasileiras de sobreviverem à competição internacional, através apenas de investimentos na melhoria da qualidade e dos processos internos.

Com a globalização e o crescente aumento da competição tornou-se necessário olhar além das fronteiras individuais das empresas, na direção do canal de distribuição, buscando maior cooperação e integração, desde o consumidor final até o fornecedor de matéria prima.

Abertura do mercado brasileiro e o sucesso do plano real provocaram uma grande mudança no relacionamento cliente-fornecedor, o fornecedor passou a ser mais exigido pelos clientes e o aspecto preço passou a não ser mais o único fator determinante no processo de compra.

O fator preço ainda é muito importante na decisão de compra no varejo, porém outras variáveis, como produto e serviços ao cliente, vêm apresentando-se cada vez mais como fatores significativos nas decisões de compra.

Das muitas mudanças ocorridas no ambiente empresarial, talvez a maior seja o enfoque na “velocidade”, alavancada pelos  computadores e as telecomunicações.

Tudo isso traz conseqüências nas práticas de trabalho das empresas, que devem desenvolver estruturas organizacionais capazes de responder com rapidez e flexibilidade às exigências do mercado.

A construção de uma vantagem competitiva baseada na competência logística, diferenciará a empresa no mercado, dificultando a cópia por parte dos concorrentes.

Todavia como não há ambiente competitivo estático, caberá à empresa analisar o desempenho logístico sob uma ótica dinâmica, na qual seja levado em consideração o fato de que as necessidades dos clientes estarão continuamente em modificação.

a logística aparece neste contexto, como uma ferramenta fundamental, ao contribuir para o aumento da flexibilidade, melhoria nos serviços e redução dos custos; fatores imprescindíveis para qualquer empresa competir no cenário atual.

Diante deste novo contexto, caberá à empresa implementar estratégias de marketing, que levem em consideração esta nova realidade e que permitam diferencia-la de seus concorrentes.

Para implementar uma estratégia de marketing é fundamental levantar e conhecer todas as atividades relacionadas ao processo de conquista e atendimento a clientes.

Logística é uma das competências chave que podem ser desenvolvidas como parte central da estratégia.

A construção de uma vantagem competitiva baseada na competência logística, diferenciará a empresa no mercado, dificultando a cópia por parte dos concorrentes.

Todavia como não há ambiente competitivo estático, caberá à empresa, analisar o desempenho logístico sob uma ótica dinâmica, na qual seja levado em consideração o fato de que as necessidades dos clientes estarão continuamente em modificação.

Através de gerência dos processos logísticos pode se obter resultados diferenciados de satisfação do cliente, com redução de custos.

A logística empresarial representa uma importante opção, não só porque aumenta a eficiência operacional, mas também por que pode levar de forma consistente a aumento da lealdade do cliente.

É clara a importância de estar apto a customizar os serviços ao cliente e responder rapidamente às demandas dos mesmos, no entanto, isto somente irá se transformar em vantagem competitiva, se as margens e a lucratividade da empresa não forem sacrificadas.

A logística no Brasil também vem se constituindo em um negócio de grandes proporções que evolui muito rapidamente nos últimos anos.
Por outro lado, o escopo das operações logísticas já ultrapassou claramente as fronteiras clássicas do transporte e da armazenagem.

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Logística Empresarial Exigindo Profissionais Qualificados

Tradicionalmente, a logística sempre foi vista como um conjunto de atividades operacionais, gerenciadas de forma fragmentada por gerentes com baixo nível hierárquicos.

À medida que o conceito de logística integrada foi difundindo-se entre empresas e tornando-se mais sofisticado, o nível hierárquico de seu principal executivo foi elevando-se, até atingir os patamares mais elevados das organizações.

Esse fenômeno que ocorreu nos Estados Unidos da América e Europa, nas últimas duas a três décadas, parece já ter chegado ao Brasil.

Quando analisados de forma segmentada, ou seja, por grupo de setores, os resultados permitem constatar que o nível hierárquico varia em função do setor considerado.

Por exemplo, no segmento de bens de consumo não duráveis, a proporção de executivos de logística ocupando posições de diretoria é substancialmente maior que nos outros segmentos considerados.

Isso está a indicar que o setor de bens de consumo não duráveis vem evoluindo mais rapidamente do que os demais nos que diz respeito à importância atribuída à logística.

Isso talvez se explique pelo fato de que essa classe de produtos se caracteriza por ser intensiva em distribuição, ou seja, utiliza canais de distribuição compostos por enorme quantidade de pontos-de-venda, o que resultaria em um maior desafio logístico.

A evolução da logística ao longo do tempo pode ser medida entre outras coisas pelo conjunto de atividades executadas no âmbito de sua responsabilidade.

A observação das grandes empresas brasileiras indica uma significativa diversidade de atividades sendo realizada pela organização logística.

Os resultados sugerem alto grau de diversificação das operações, compatível com países mais desenvolvidos. Dentre as atividades logísticas, aquela que consome a maior parte dos recursos é o transporte.

Esta também é a operação que apresenta os custos mais visíveis, por ser quase totalmente terceirizada nas empresas.

No caso dos custos associados a outras operações logísticas, como a armazenagem e a gestão de estoques, nem sempre são considerados alguns custos menos visíveis ou que não representam desembolsos diretos, como os custos de oportunidade e depreciação.

A Execução do Sistema de Logística Empresarial

Existem pontos chave para a execução desse sistema, sendo eles:

Logística empresarial integrada: nada mais é que o setor responsável por quatro atividades básicas e importantes para qualquer empresa/fabrica: aquisição, movimentação, armazenagem e entrega de produtos.

O planejamento logístico empresarial é, portanto, feito com o objetivo de obter a maior eficiência possível no que diz respeito a tais atividades.

Controle de estoque: constitui-se em ter disponível o produto para suprir a sua demanda, assim não havendo falhas com o cliente.

Gerenciamento de transporte: é uma etapa essencial para que o produto chegue em segurança, de forma rápida nas melhores condições, entregando nas lojas ou diretamente ao cliente.

Gestão de informação: a gestão da informação dentro de uma empresa/fábrica agrega muito valor ao produto através de supervisão e divulgação de toda informação precisa, interna e externamente.

Assim dispondo de um serviço ágil no processo de produção, como a compra e o deslocamento do produto.

Buscando utilizar estes princípios primários o gerente de logística garante uma base adequada para executar com precisão as etapas de comprar, receber, armazenar, separar, expedir, transportar e entregar o serviço/produto certo, na hora certa, no lugar certo, pelo menor custo possível.

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Gestão de Estoque e Logística

O estoque é regido pela logística desde o tempo militar, e de lá como todos sabem, é sua origem. Toda empresa deve ter sua organização focalizada principalmente em:

Ter sempre conhecimento dos processos que estão sendo iniciado e os que estão em reta final.
Seus erros e no mesmo momento buscar suas soluções. Suas dificuldades em seu desenvolvimento, já desencadeando os fatores que podem e vão ajudar a facilitar o devido serviço;

Caso haja deslizes a serem reparados, que imediatamente sejam corrigidos. sai todo o planejamento de distribuição, o que implica muito cuidado e precisão para obter êxito, tendo que assumir as responsabilidades dos erros conhecidos pelos consumidores.

Sendo estes principalmente os das lojas de varejos e eletro eletrônicos. Esses no contexto são os que cometem mais gafes em relação à distribuição, no entanto não são sendo os únicos a falharem.

As vendas no mercado moderno têm exigido muita flexibilidade e confiança no trabalho exercido pelas empresas. Elas estão tendo que se aprimorarem cada vez mais para otimizarem o seu tempo dentro da movimentação de materiais interna e externamente.

Tendo o compromisso cumprido com agilidade e eficácia por saber como deve se agir em toda essa manipulação dentro e fora do estoque.

Pelo fato de a competitividade estar cada vez maior no mercado, as empresas aceleram os seus processos de produção e vendas para atingir a melhor desempenho e assim conseguir manter o contato com seus clientes intacto, sem correr o risco de perda para a concorrência.

Neste setor a logística atua da seguinte forma:

  • Na confirmação de pedidos – que é o tempo que a empresa combina com o cliente para a entrega do produto;
  • Transportes – que é a movimentação externa do produto final ao cliente através de meios rodoviário, ferroviário, marítimo e aeroviário;
  • Gestão dos estoques – porque é necessário manter um nível mínimo de estoques, suficiente para suprir a demanda;
  • Armazenagem – que é a utilização eficiente do espaço necessário para estocar os produtos;
  • Movimentação a forma de movimentar matérias-primas na fabricação – como pontes rolantes, esteiras transportadoras, empilhadeiras e outros meios;
  • Embalagem – é a forma de proteção do produto;
  • Planejamento integrado: de produção, compras e embarques;
  • Sistema de informação: é necessário ter uma base de dados para planejar a programação de entrega e controle da logística.

A gestão de estoques é um assunto que vem sendo muito discutido no mercado da logística atualmente, e quanto mais se acontece discussões sobre, mais é necessário se discutir.

A logística tem a obrigação de ter sob controle a gestão de estoques que se trata do processo produtivo, ou seja, a cadeia de suprimentos e tudo o que ela engloba dentro dos objetivos da produção determinada.

Para ter esse controle é preciso fazer uma gerência muito bem aplica sobre a relação entre nível e custo de serviço, outro fator que gera bastantes discussões relacionadas a toda essa administração de distribuição de produtos aos seus clientes finais.

Hoje essa gerência está voltada para o horizonte temporal de médio, longo prazo (1 a 5 anos).

O objetivo do controle de estoque afinal, é organizar toda a circulação de materiais, a produção, a locomoção dos produtos terminados e também planejar o processo de venda desde agendamentos até sua entrega.

Tem a responsabilidade de manter num contínuo e perfeito funcionamento, precavendo e resolvendo os erros que podem desorganizar a causar prejuízos a empresa em questões gerais e não só na área especificada.

  • Decisões gerais que afetam as relações da empresa com o exterior;
  • Definição de planos e politicas de base para a atividade da empresa;
  • Desenvolvimento integrado com tomada de decisões tendo por base um plano estratégico.

O que traduz a logística empresarial dentro de uma organização de alto nível é o resultado de todos os processos que ocorrem a todo tempo.

A logística empresarial trabalha um conjunto de estratégias usadas para conduzir as organizações, de forma ágil e eficaz exigindo excelência no gerenciamento das seguintes etapas:

  • Estar atento às informações;
  • Gestão de estoques;
  • Armazenagem;
  • Gestão de compras;
  • Transportes;
  • Estratégia financeira;
  • Conhecer o fluxo de armazenagem de materiais durante a produção;
  • Saber a quantidade de produtos acabados.

A logística empresarial trata, portanto, do processo de planejar, implementar e controlar, de forma eficiente e eficaz o fluxo de informações.

Como Medir o Desempenho do Colaborador

Uma das tarefas mais difíceis do gestor é manter a equipe trabalhando unida e comprometida com as metas e sucesso da empresa. Lidar com pessoas não fácil, cada colaborador possui suas características e personalidade.

Então como encontrar uma maneira de obter o respeito de todos e manter a equipe motivada e produtive? É simples: Justiça!

Algo que ninguém tolera é a injustiça, e muitos colaboradores se veem injustiçados. Você já deve ter se deparado com burburinhos como estes:

  • “Trabalho muito e não tenho reconhecimento”
  • “Fulano chega sempre atrasado e ninguém fala nada”
  • “Fulano passa o dia no Facebook e eu aqui me matando”

Estes são só alguns exemplos do que uma má administração de equipe pode ocasionar. A mente do ser humano funciona assim: “Se ele ganha o mesmo que eu e não faz nada, porque eu devo fazer?”

Quando seus melhores talentos começarem a pensar dessa maneira, sua produtividade descerá ladeira a baixo! Você não pode deixar que as coisas cheguem a esse ponto.

Você deve manter sua equipe em um nível sadio de competição, sempre puxando para cima. Sua equipe deve formar exemplos, um colaborador deve ver o esforço do outro e pensar “Fulano tem dado duro e foi reconhecido, vou me esforçar para produzir tanto ou mais do que ele!”

E a única maneira de você jogar limpo e transparente com sua equipe é ter dados concretos para apresentar. A Avaliação de Desempenho não é um plus que grandes empresas devem ter. É uma realidade que TODAS as empresas deveriam se preocupar.

O capital humano é o maior ativo de qualquer empresa. Pense comigo:

  • Você tem CERTEZA de qual funcionário é seu melhor talento?
  • Você tem CERTEZA de qual colaborador é o mais produtivo?
  • Quantos colaboradores da sua equipe chegaram atrasado nos 2 últimos meses?
  • Quantos colaboradores da sua equipe faltaram e apresentaram atestado nos últimos 6 meses?

Se você é um gestor de equipe, você deveria ter todos estes dados a poucos cliques de alcance. Deveria possuir um sistema atualizado com tudo o que acontece na sua equipe, e assim ter total controle sobre ela.

Como recompensar o melhor colaborador e evitar perdê-lo para um concorrente por falta de reconhecimento? Como planejar ações de melhoria e desenvolvimento para seus colaboradores que podem render mais?

Como saber quais competências cada colaborador tem de melhor, e desenvolver e a primorar as que possui deficiência?

A resposta para todas as perguntas é: Avaliação de Desempenho.

Com a Avaliação de Desempenho você resolve todas estas situações:

Um colaborador foi demitido e acionou sua empresa na justiça: Com a Avaliação de Desempenho, você terá dados concretos e atualizados (desde a entrada do funcionário na empresa até sua saída) e poderá justificar o porque da demissão.

Terá anotações de cada atraso, de cada conduta equivocada ou falta de preparo para exercer a função requerida, tendo assim uma base sólida para se defender.

Evitar que “Uma maçã podre estrague o cesto de frutas”: Um colaborador revoltado causa grandes danos a uma equipe. Fora o próprio desempenho ruim, pode instigar seus colegas a também fazerem corpo mole ou sabotar a empresa por algum motivo.

Com a avaliação de desempenho, você terá subsídios para refutar qualquer argumento que este colaborador tenha para infectar a equipe. Mostre ao resto da equipe que as reclamações dele não tem fundamento, baseado em dados concretos que ele não poderá negar.

Evitar Gastos Desnecessários Com Treinamentos Equivocados: É muito comum nas empresas, equipes inteiras receberem treinamentos. Mas, isso é correto? Não seria bem mais assertivo que cada colaborador recebesse o treinamento que mais precisa para se qualificar, ou para exercer melhor a sua função?

Com a Avaliação de Desempenho, você consegue filtrar cada competência em que seu colaborador é melhor e pior, e assim estabelecer o Plano de Desenvolvimento Individual para que ele se qualifique da melhor maneira possível.

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