Como se dar bem no mercado através das Competências profissionais!


A palavra “competência” está associada à qualidade de quem é capaz de apreciar e resolver determinado assunto ou realizar determinada tarefa. Investir em competências profissionais tem se tornado uma prática cada vez mais frequente.

Na prática, a competência diz respeito à aptidão, habilidade e capacidade de resolver problemas.

Competências profissionais

A competência pressupõe uma ação que agrega valor diante de novas situações.

A competência profissional remete à ideia de capacidade, soma de conhecimentos ou habilidades.

Dessa forma, espera-se que o profissional dotado de competências encontre mais facilidade para se colocar no mercado de trabalho.

Um dos significados atribuídos à competência diz respeito à aptidão profissional que as empresas desejam em seus colaboradores.

Esse tipo de competência é voltado para o atendimento das necessidades empresariais, especialmente as de caráter urgente e imediato.

Em geral, quem apresenta essas competências consegue emprego com mais rapidez e facilidade.

Competências exigidas no mercado de trabalho

Com a elevada competitividade do mercado, não basta apenas dominar a parte técnica exigida para ocupar determinado cargo em uma empresa.

É necessário que o profissional também apresente algumas competências comportamentais consideradas essenciais para as empresas.

Conheça os comportamentos e atitudes apreciados no mercado e que estão cada vez mais valorizados pelas empresas:

  • Buscar constantemente aperfeiçoamento, conhecimento e inovação;
  • Mostrar-se disponível, ser prestativo e ajudar sempre que possível;
  • Saber ouvir;
  • Ser comprometido e saber trabalhar em equipe;
  • Ser flexível;
  • Ter uma boa gestão do tempo;
  • Saber se comunicar de maneira clara e objetiva;
  • Vender suas ideias e ter capacidade de persuasão;
  • Evitar fofocas;
  • Mostrar interesse em aprender e estar sempre aberto a mudanças.

Além disso, lembre-se sempre de manter o bom humor, pois com ele você é capaz de deixar o ambiente mais leve e fazer o trabalho fluir com mais facilidade.

Saiba valorizar suas competências e busque desenvolver os pontos nos quais você tem alguma dificuldade.

Dessa forma, você só tem a ganhar.

Exemplos de competências profissionais

Com o crescimento tão acirrado do mercado, cada vez mais as organizações têm buscado diferenciais competitivos para se destacarem perante a concorrência.

Essas empresas procuram profissionais bem preparados para lidar com as exigências do mercado de trabalho atual, e que sejam capazes de oferecer resultados acima da média do ambiente organizacional.

Nesse contexto, ter apenas um bom currículo e uma boa formação acadêmica não é suficiente.

Apesar desses aspectos serem muito importantes, é preciso que os profissionais também desenvolvam diversas habilidades comportamentais fundamentais para o mercado corporativo.

Liderança

A habilidade de liderança é, sem dúvida, uma das competências mais valorizadas e almejadas pelas empresas.

A capacidade de gerenciar, administrar e conduzir profissionais e equipes é fundamental para quem busca tornar-se bem-sucedido no trabalho.

Ser líder é uma tarefa que exige disciplina, compromisso, visão estratégica, entre outras características.

Um bom líder consegue inspirar e motivar a equipe a dar o seu melhor, seja por meio de seus exemplos ou ensinamentos.

Comunicação

A comunicação é outra importante competência que todo profissional precisa desenvolver, seja qual for sua área de atuação.

Uma boa comunicação é essencial para a execução de todas as tarefas, expressão clara e eficiente ao lidar com colegas e superiores e, principalmente, lidar de maneira satisfatória com os clientes — o maior foco de toda empresa.

Foco

O foco é essencial a todo profissional. Sem foco não é possível concluir demandas dentro do prazo, as atividades não são feitas de forma satisfatória e a produtividade tende a cair.

Negociação

Essa qualidade é indispensável para se tornar bem-sucedido no mercado de trabalho.

Muitas vezes, mesmo entre os membros de uma equipe, existem pontos de vista e percepções conflituosas, o que exige do profissional a capacidade de expressar suas ideias com clareza e conduzir a discussão para que um acordo possa ser alcançado.

Planejamento

O sucesso de qualquer ação ou plano é, indiscutivelmente, resultado de um planejamento bem realizado, que tem a capacidade de mapear todas as etapas da realização da tarefa e pontos que podem se tornar um problema.

Cabe ao profissional moderno definir quais são as prioridades e necessidade de recursos para que o objetivo proposto possa ser alcançado.

Organização

Diferente daquele profissional retratado por Charles Chaplin no filme “Tempos Modernos”, hoje é exigido que o colaborador consiga realizar diversas tarefas, que muitas vezes envolvem diferentes áreas e ações.

Lidar com todas elas de forma, praticamente, simultânea é uma realidade para o profissional moderno. Por isso, a capacidade de se organizar é fundamental para alcançar o sucesso.

Visão sistêmica

Como foi explicado no último tópico, o profissional moderno não pode se fechar em sua baia e realizar apenas o que lhe for passado de forma automática e sem um tratamento intelectual ao que chega a sua mesa.

Isso faz com que seja indispensável que o colaborador possua uma visão sistêmica de todo negócio, entendendo como suas atividades e ações irão influenciar as outras partes da empresa.

Proatividade

Os últimos pontos deixaram claro que não há espaço no mercado de trabalho para o profissional reativo, por isso, a proatividade é essencial.

É preciso que o colaborador tenha capacidade de tomar decisões por conta própria, desenvolver suas ideia e criar soluções para problemas que ainda não estouraram.

Relacionamento Interpessoal

Lidamos com pessoas o tempo todo, seja no trabalho, em casa ou no ambiente social. Por isso, saber se relacionar com o próximo é extremamente importante.

O relacionamento interpessoal é imprescindível dentro do ambiente de trabalho, isso porque o sucesso de uma empresa é feito pela da junção de todos os profissionais, cada um com seu talento específico. Portanto, para se destacar no mercado, aprenda a trabalhar em equipe.

Criatividade

A criatividade é um diferencial vantajoso para muitos trabalhadores. Isso porque as empresas procuram profissionais que “pensam fora da caixa”, que fazem mais e melhor do que estão habituados.

A criatividade é importante para entregar novas soluções, executar suas tarefas de forma diferente e para sempre renovar suas atividades diárias através das competências profissionais.

Flexibilidade

Esta é uma importante característica, que destaca muitos profissionais do restante da equipe.

A flexibilidade deve ser desenvolvida diariamente, uma vez que existem muitas situações de desafio, pressão e conflitos em que ser flexível pode fazer toda a diferença.

Integridade

É a capacidade do indivíduo em ser ético, íntegro, justo, imparcial e possuir boa conduta.

As pessoas íntegras sabem se relacionar bem com os outros, isso por reconhecerem que cada um tem sua personalidade e por respeitarem a todos. Além disso, essas pessoas são confiáveis e responsáveis.

Coerência

É o alinhamento do que o indivíduo pensa, fala e faz. É ser autêntico e sincero para consigo e com os outros.

Pessoas correntes não têm opiniões fracas e nem demonstram falsidade, pois fazem exatamente aquilo que falam e acreditam, passando credibilidade com quem convivem.

Autoconfiança

É a forma como o indivíduo percebe a si mesmo, o valor e respeito que dá a si mesmo.

Significa acreditar no próprio potencial e capacidade de realização, de alcançar metas e objetivos, de mudar e transformar a sua realidade, de se tornar quem deseja ser.

Capacidade analítica e estratégica

Para tomar decisões assertivas, desenvolver planos de ações efetivos e estratégias de resultados, é indispensável que o profissional possua capacidade analítica bastante desenvolvida.

Importância das competências profissionais

A competência e de suma importância em qualquer esfera da nossa vida. Muitas pessoas possuem grande conhecimento técnico e prático de suas atividades.

Mas por qualquer razão possuem dificuldades em agir, para colocar em prática suas idéias.

É como diz a frase do Lair Ribeiro. Competência é agir e possuir atitude na realização das nossas tarefas.

Não podemos ficar somente nas teorias, temos que ir à campo e fazer acontecer.

Isso implica na nossa vida pessoal e profissional.

Joselice Pinto comenta que: O conceito de competência não é novo no mundo do trabalho.

Há muito chamamos o bom profissional de “competente”.

A emergência da noção de competência no mundo das empresas está ligada ao movimento rumo à flexibilização, à precariedade do trabalho e ao enfraquecimento das escalas de qualificação e, consequentemente, do aumento das exigências profissionais.

Hoje o capital humano é considerado um diferencial competitivo para qualquer empresa que pretenda vencer, ou mesmo sobreviver, num mundo globalizado.

Alguns autores, como Perrenoud, consideram também a competência um mecanismo político de extrema importância, porque, embora sem garantir a solidariedade e o altruísmo, e menos ainda a liberdade, a igualdade e a fraternidade, a instrução é condição necessária da democracia e da capacidade de construir uma ordem negociada, quando a sociedade é rompida por crises.

Competências profissionais

Um autor que define competência de uma forma mais estratégica é Scott B. Parry:

“Um agrupamento de conhecimentos, habilidades e atitudes correlacionadas, que afeta parte considerável da atividade de alguém, que se relaciona com o desempenho, que pode ser medido segundo padrões pré-estabelecidos, e que pode ser melhorado por meio de treinamento e desenvolvimento”

O crescimento do interesse pelo tema é citado por Picarelli Filho, que atribui vários fatores:

  1. a) o crescimento do setor de serviços na economia, acompanhado por forte demanda por profissionais mais qualificados;
  2. b) a ascensão das empresas de conhecimento intensivo, principalmente em setores de alta tecnologia, como informática e biotecnologia, e serviços especializados, consultoria, desenvolvimento de software etc.
  3. c) a reestruturação de empresas, com o desmantelamento das estruturas hierárquicas rígidas e a implementação de sistemas mais flexíveis;
  4. d) a experiência acumulada com a implantação de sistemas de remuneração por habilidades em áreas operacionais;
  5. e) a oportunidade do conceito de competência outorgada por artigos de autores como CK. Prahalad e Garyttamel, que deram status estratégico ao tema, levando-o ao centro das preocupações das empresas.

Viemos nós de uma conjuntura social hierarquizante, em que a distância de classes vai muito além da economia, e essencialmente cultural através das competências profissionais.

Nossa realidade empresarial reflete este traço histórico e a modernização das relações de trabalho torna-se urgente.

competências profissionais

A competência individual é um conceito complexo em si mesmo, que não se esgota numa lista de habilidades. Le Boter defende que o saber agir responsavelmente num contesto profissional vem ancorado por três eixos fundamentais:

Pessoa;

Competência;

Educação Experiência Profissional.

Fleury e Fleury definem competência da seguinte forma:

“Um saber agir responsável e reconhecido, que implica mobilizar, integrar, transferir conhecimentos, habilidades, que agreguem valor econômico à organização e valor social ao indivíduo”.

Se a ação profissional supõe competências, o indivíduo deve esmerar-se na construção das mesmas:

  • a) identificar e construir os recursos cognitivos, dentre os quais saberes;
  • b) treinar sua mobilização em situações de exigências profissionais;
  • c) inscrever o todo em uma postura reflexiva e profissionalizante que impulsiona o indivíduo a tornar-se condutor de sua formação.

Bernadette Vilhena, também faz os seus comentários: Ouve-se muito a palavra competência fala-se sobre ela nas conversas informais, na escola e nas empresas.

O sociólogo francês Philippe Zarifian define competência como sendo “o tomar iniciativa e o assumir responsabilidade”.

Já o especialista em aprendizagem nas empresas Karl-Erik Sveiby define competência como a capacidade que possuímos para agir, baseada em nossos conhecimentos teóricos e tácitos. Estes dois autores centram seus conceitos na ação.

Para mim, a definição mais didática é a encontrada em um artigo escrito pelos professores da USP Afonso Fleury e Maria Teresa Fleury, onde a competência é pensada como a intercessão entre conhecimento, habilidade e atitude.

Essas três dimensões precisam se “misturar” para que possamos dizer que somos competentes em determinada área.

Aprender sobre as três dimensões que compõem a competência é importante para que se consiga trabalhar na direção certa do desenvolvimento profissional e pessoal. Vale pensar em alguns pontos interessantes:

O conhecimento é o saber

Envolve a educação formal, saber o que, saber o porquê, saber para que e a capacidade de aprender;

A habilidade é o saber-fazer

São as experiências, o saber como, as técnicas, o conhecimento tácito e o modelo mental;

A atitude é o saber ser

Ou seja, ter determinação, responsabilidade, comprometimento, motivação e iniciativa.

Para consolidar a definição, darei um exemplo de competência a partir dessas três dimensões. Um determinado protético é muito solicitado pelos dentistas, pois é bastante competente na confecção de próteses dentárias.

Ele tem um saber acadêmico ótimo (conhecimento), sabe esculpir a prótese muito bem devido à sua precisão manual (habilidade) e entrega os pedidos rapidamente graças a sua capacidade de planejamento, organização e vontade de atender o cliente rapidamente (atitude).

Moral: Se algumas dessas dimensões estivessem em um nível muito inferior de desempenho talvez esse protético não fosse considerado tão competente.

O mercado de trabalho sempre buscou indivíduos competentes tecnicamente para ocuparem os postos de trabalho.

Com o passar do tempo e com as novas demandas surgidas a partir de modernos modelos de gestão, as empresas passaram a buscar indivíduos qualificados intelectual e tecnicamente, mas também competentes emocionalmente.

Isso quer dizer que as empresas valorizam o saber, o saber-fazer e o saber ser!

É comum a realização de processos seletivos tendo como foco as competências comportamentais como a comunicação, o planejamento, o relacionamento interpessoal, a autonomia, o autocontrole e a capacidade de resolução de conflitos.

A gestão por competências já é realidade em muitas empresas, sendo utilizada como um instrumento estratégico para atingir objetivos específicos.

Penso que você já é capaz de responder à pergunta inicial: qual a implicação das competências na vida profissional?

A proposta que trago hoje é um breve exercício de autoconhecimento. Diante desse contexto competitivo, volte o olhar para si e tente avaliar como está seu nível de empregabilidade – isto é, o quanto você é a atraente para o mundo do trabalho através das competências profissionais.

Quais as competências que você possui e quais as que precisa aprimorar? Faça uma lista de seus pontos fortes. Verifique quais são seus conhecimentos técnicos, suas habilidades e reflita sobre suas atitudes em relação às duas primeiras. Observe onde estes três pontos se cruzam e encontre sua competência.

Competências profissionais de RH

Estamos vivendo um momento, na história da humanidade, com inúmeros acontecimentos inovadores e simultâneos ao redor do mundo que causam um tremendo impacto na vida dos profissionais de qualquer nacionalidade e região.

Temos visto o aumento significativo de profissionais aventureiros, cruzando fronteiras em busca de melhores oportunidades devido às crises econômicas, às catástrofes, às guerrilhas ou simplesmente às novas possibilidades do mercado global.

O aumento do número de estrangeiros trabalhando no Brasil é surpreendente.

Este novo contexto empurra os profissionais para fora de sua “zona de conforto”, porque na realidade o risco está justamente em “acomodar” e achar que as coisas são como sempre foram e continuarão sendo através das competências profissionais.

Portanto, nos dias atuais, os profissionais precisam estar em constante movimento e desenvolvendo competências que garantam sua relevância profissional. Gostaria de destacar algumas competências que considero indispensáveis para o profissional deste tempo:

  1. Conhecimento tecnológico e de novas tendências – Com a avalanche de novos produtos que têm sido disponibilizados para tornar as empresas cada vez mais inovadoras e eficazes em seus serviços e produtos, é preciso estar literalmente “antenado” para conhecer e utilizar estas novas tecnologias.
  2. Aprendizado contínuo – A empregabilidade dependerá também desta capacidade de se atualizar constantemente e fazer uma gestão consciente do conhecimento.
  3. Na Era da Informação, o conhecimento tornou-se absolutamente acessível com inúmeros cursos e graduações online, inclusive com valores mais baixos.
  4. Além dos vários cursos gratuitos disponibilizados por instituições sérias, como o SEBRAE e a FVG.
  5. Não basta, por exemplo, ter experiência de vários anos como garçom, quando se pretende trabalhar em um restaurante que utiliza novas tecnologias na execução dos pedidos dos clientes.
  6. Relacionamento interpessoal – O ambiente corporativo é composto por pessoas com diferentes culturas familiares, regiões e, cada vez mais, estrangeiros compartilhando os mesmos projetos.
  7. Se não souber utilizar as ferramentas disponíveis, fatalmente perderá a vaga para outro profissional mais preparado através das competências profissionais.

Aprender é vital para a sobrevivência no mercado de trabalho através das competências profissionais.

É preciso analisar coerentemente quais são os desafios futuros na caminhada profissional para se antecipar no aprendizado, criando diferenciais competitivos através das competências profissionais.

Aprender novas línguas? Tecnologias? Pós-graduação? Agregar novas competências é fundamental!

A capacidade de se relacionar bem com as pessoas torna o clima organizacional agradável, cria sinergia na equipe e possibilita um ambiente de brainstorming e trocas saudáveis de ideias.

O bom relacionamento interpessoal é fruto de uma boa comunicação, postura profissional adequada, integridade, educação e respeito ao próximo.

Está diretamente relacionado à atitude pessoal no local de trabalho.

As estatísticas mostram que a maioria das pessoas é contratada por suas competências técnicas e demitida por suas competências comportamentais.

Desenvolvendo as competências profissionais

Existem competências, na escola, nos ambientes de trabalho, na mídia.

Competências profissionais

O conceito de competência também tem sido questionado por alguns autores que o relacionam com o modelo de qualificação que privilegia a especialização.

…O silêncio e a fragmentação das tarefas saem de cena para dar espaço à comunicação e à interatividade, onde o savoir-faire e o ambiente subjetivo do indivíduo entram em cena.

Aspectos antes desconsiderados, tais como os componentes cognitivos e os componentes sócio afetivos passam a ser valorizados na formação e no exercício do trabalhador.

Novos conhecimentos e habilidades são exigidos, visto que a otimização das atividades utiliza novas formas de organização do processo produtivo e novas tecnologias. (SIMIONATO, Margareth F.- Desmistificando Competências, paper,  out/2003)

No entanto, a mudança do paradigma educacional baseado em um modelo pedagógico de dependência onde o currículo é visto como um fim, que tem por meta o acúmulo de saberes, que utiliza metodologias transmissivas e tem  foco  centrado no ensino,  tem sido preocupação da escola.

Assim, o desenvolvimento de competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) tem sido o caminho apontado por muitos, para a mudança deste paradigma.

Competências profissionais e organizacionais

As competências organizacionais podem ser divididas como básicas e essenciais, conforme citado por Coutinho, M. (2003, p.49).

As competências organizacionais básicas, segundo a autora, são as capacidades indispensáveis à empresa para administrar com eficácia seu negócio, sendo apenas pré-requisitos para que a empresa se mantenha no mercado, não sendo suficiente para garantir o diferencial competitivo.

Ao contrário das competências básicas, as competências organizacionais essenciais são as que agregam valor e diferencial competitivo à empresa. Vejamos alguns exemplos para ilustrar essas competências:

Competências organizacionais básicas:

  • Ter preço compatível com o mercado;
  • Ter um bom sistema de atendimento ao cliente;
  • Estar bem localizada geograficamente;
  • Ter profissionais com formação adequada, e outras.

Competências organizacionais essenciais:

  • Ambiente organizacional que estimula a criatividade e a inovação;
  • Práticas de reconhecimento e recompensa estimulantes a melhorias constantes dos processos e do desempenho profissional;
  • Gestão voltada para a formação e o desenvolvimento de posições (cargos) chave para a empresa, e outras.

Existem outras diferentes classificações de competências profissionais, como as descritas de acordo com Dutra (2004) e Silva (2005):

Competências essenciais: fundamentais para a sobrevivência da organização e centrais em sua estratégia;

Competências distintas: reconhecidas pelos clientes como diferenciais em relação aos competidores; conferem à organização vantagens competitivas;

  • De unidades de negócio: pequeno número de atividades-chave (entre três e seis) esperadas pela organização das unidades de negócio;
  • Competência de suporte: atividades que servem de alicerce para outras atividades da organização.
  • Por exemplo: a construção e o trabalho eficientes em equipes podem ter grande influência na velocidade e qualidade de muitas atividades dentro da organização;
  • Capacidade dinâmica: condição da organização de adaptar continuamente suas competências profissionais às exigências do ambiente.
  • Essas categorias são importantes para discutir sua relação com as competências profissionais.
  • Com os tipos de competências citados acima não se pode pensar em competências individuais, mas sim ligadas às competências essenciais à organização.
  • Competência Individual: Muitos compreendem a competência profissional como a soma dos conhecimentos, habilidade e atitudes (CHA), mas somente isso não assegura que a pessoa tenha competência para sua função, ela precisa estar comprometida com a empresa, com as suas tarefas a serem cumpridas e entregues no prazo necessário.

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