Cross-Docking | O Que É e Como Implementar na Sua Empresa!21 min read


O cross-docking é uma operação logística de distribuição, que ocorre em um local estrategicamente situado, onde os produtos, provenientes de uma ou mais origens, já faturados e com seus destinos previamente planejados, são transbordados para veículos menores, para a entrega aos seus destinos finais.

As empresas enfrentam hoje desafios que se contrapõem.

De um lado o volume de vendas tem aumentado significativamente e do outro, os ciclos de produção e entregas desses produtos estão mais curtos.

Esse encurtamento dos canais de vendas não é mais uma vantagem competitiva, mas sim uma necessidade para enfrentar num mercado de concorrência feroz.

Diante deste novo e surpreendente cenário, dentre várias técnicas que surgiram uma delas será destacada neste texto.

Cross-docking termo utilizado para explicar a necessidade de aplicação em operações logísticas em docas de recebimento, muito aplicada por empresas de vários segmentos por se traduzir em inúmeras vantagens para a redução de custos e agilidade nas operações de distribuição física de materiais.

O Cross-docking é uma técnica aplicada na distribuição de mercadorias, tendo como ponto de partida a transposição de cargas de um veículo pesado para veículos leves de cargas.

Essa operação é realizada em docas e temos em mente a perfeita sincronização entre recebimento e expedição para que seja viabilizado o processo.

Na prática, veículos pesados carregados de mercadorias vindos de fornecedores e ao chegar às docas de recebimento essa mercadoria é descarregada, separada, etiquetada e destinada a veículos leves para a entrega nos destinos previamente conhecidos.

Esse cruzamento é feito sem que haja o prévio estoque dessas mercadorias.

Uma das grandes vantagens do modelo é a redução de custos de transporte, uma vez que as cargas são direcionadas ao ponto de cross-docking em veículos de maior porte e em cargas fechadas.

É importante salientar que o cross-docking não é um armazém, não sendo aplicáveis operações de recebimento fiscal, alimentação de estoques e faturamento.

Neste local, ocorre a simples troca do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Carga, e desta forma é normal que este local seja operado por uma transportadora.

Algumas empresas chamam erroneamente de cross-docking, operações onde são mantidos baixos níveis de estoque, para atender pedidos emergenciais, ou mesmo, aguardando a data correta para entrega.

Na realidade, estas empresas praticam uma operação logística tecnicamente conhecida como “Merge in Transit” – Pausa em trânsito, caracterizada como um ponto similar a um centro de distribuição, que precisa estar legalmente constituída para a realização da armazenagem e faturamento.

cross-docking

Aplicações do Cross-Docking

O principal objetivo para a utilização do cross-docking, é a otimização do processo de distribuição aos clientes, focando a melhoria do nível de serviço, no caso prazos de entrega.

Há empresas que também aplicam operações de cross-docking para substituir centros de distribuição regionais, quando necessitam atender clientes em uma malha de distribuição muito capilarizada e em área geográfica restrita.

No caso acima, o ponto de cross-docking elimina as complexas atividades de gestão de estoques, que geralmente causam aumento de nível do inventário.

Essa é uma prática dinâmica que objetiva agilizar a operação e atender de maneira eficiente as necessidades dos clientes.

Com o advento da informática e o uso da internet em massa, canais de vendas possibilitaram aos clientes uma maior aproximação com as empresas, portanto os pedidos de entrega agora contam com prazos mais curtos e para atender esses clientes e satisfazê-los surge o cross-docking uma técnica de gestão que propõem superar as deficiências e proporcionar as empresas ganhos tanto de mercado como financeiro.

Além da entrega ela pode ser aplicada em mercadorias cuja necessidade de agilidade seja evidente, itens perecíveis com prazos de validades curtos dispensam a estocagem e logo são expostos nos pontos de vendas, como em supermercados por exemplo.

Implementando a operação

A utilização do cross-docking requer uma visão operacional bastante específica, que deve considerar integração, sincronismo, disciplina e comprometimento. Sem estes quatro fatores, não é possível implementar uma operação de cross docking.

Deve-se avaliar com bastante cuidado as questões fiscais e tributárias. Como falamos, o cross-docking tem por princípio redirecionar de forma imediata e planejada as cargas que já saem faturadas da origem.

Caso se encontre algum tipo de vantagem tributária com o faturamento realizado no local, esta não será mais uma operação de cross-docking.

A prática do cross-docking físico, com faturamento e movimentação dos estoques pode gerar demandas legais, pois dependendo do caso, o governo estadual pode entender que a empresa está tentando se valer de um artifício para levar uma vantagem que prejudique a arrecadação de impostos, sobretudo do ICMS.

Se a empresa quiser aproveitar eventuais benefícios, deve avaliar a implementação de um centro de distribuição e não uma operação de Cross-Docking.

  • Dimensionamento

O processo de implementação deve ser iniciado com um planejamento minucioso, que deve considerar o dimensionamento da operação (área, mão-de-obra, sistemas, volumes a serem movimentados, legislação tributária, malha de distribuição, transportadoras, custos, níveis de serviços esperados), a ser realizado em forma de projeto.

  • Teste Piloto

Considerando que o cross-docking é uma operação complexa que envolve muitas variáveis, é necessária a realização de testes piloto, visando encontrar e suprimir os problemas antes da implementação definitiva.

  • Integração de Sistemas

Os locais envolvidos (centro expedidor e unidade de cross-docking) devem estar integrados através de sistemas de tecnologia de informação (ERP, WMS, roteirizadores, sistemas de rastreamento), de forma a permitir um completo sincronismo, que é um dos segredos do cross-docking eficiente.

  • Monitoramento de desempenho

É importante, após a implementação da operação, que a mesma seja monitorada através de indicadores chave de desempenho, que devem avaliar a produtividade da operação, nível de acurácia, tempo médio de cross-docking, prazo médio de entrega, entre outros.

Dicas importantes para a implementação do cross-docking

  • Sistema eficiente

Para que o cross-docking funcione a empresa precisa ter eficiência no fluxo de mercadorias e informações internas com os fornecedores.

O sistema a ser implantado precisa satisfazer as expectativas da empresa permitindo o fluxo de informações necessários entre os diversos setores envolvidos na operação.

  • Equipe preparada

Para realizar está operação é necessário que a equipe seja treinada e esteja capacitada a utilizar este novo modelo de trabalho, onde todos são importantes para o sucesso da atividade, porque o cross-docking é focado na troca de informações.

  • Fornecedores parceiros

Muito importante formalizar parcerias para que os produtos estejam disponíveis no momento desejado para atender aos clientes.

  • Gestor estratégico

Em toda e qualquer operação é necessário ter um líder capacitado e pronto a arregaçar as mangas e trabalhar em prol da melhoria do setor.

 

Vantagens do Cross-Docking

Essa técnica apresenta algumas vantagens e a principal delas é a redução dos custos, pois todos os custos associados com o excesso de estoque e com distribuição são reduzidos, já que o transporte é feito em FTL e de forma mais freqüente.

Toda a dinâmica permite que se ganhe com essa operação.

Mesmo que seja complexo o suficiente, alguns modelos, se bem coordenados, possibilitam além da redução de custos aumentarem o nível de satisfação dos clientes.

Nesse sistema a mercadoria recebida, em um armazém ou centro de distribuição, não é estocada, mas sim imediatamente preparada para o carregamento de entrega.

Isso faz com que o tempo de estocagem seja limitado ou, se possível, nulo.

O Cross Docking, também chamado de distribuição “flow through”, permite que a administração dos centros de distribuição concentre-se no fluxo de mercadorias e não na armazenagem das mesmas.

A aplicação deste sistema busca reduzir ou eliminar, se possível, duas das atividades mais caras realizadas em um armazém, que seriam a estocagem e o picking.

Assim, ao buscar redução de custos através da redução do manuseio de materiais e redução do nível de estoques, o cross-docking trabalha com pedidos de ordens dos clientes em menores quantidades, entregues em ritmo mais freqüente, mantendo o nível de serviço ao cliente.

Essa técnica proporciona diversas vantagens tanto para o fornecedor quanto para o cliente.

As principais vantagens, são:

Redução do tempo

Agilidade nas operações é o primeiro ganho significativo, o tempo de resposta é uma grande vantagem competitiva.

Redução da área física

Com estoque reduzido o espaço para seu armazenamento será menor e despesas com manutenção e outras serão fatalmente reduzidos de forma considerável.

Maior disponibilidade de produtos

Com o constante abastecimento problemas com a falta de mercadorias são reduzidos devido ao ressuprimento contínuo, em quantidades menores e mais freqüentes.

Redução do estoque na cadeia de abastecimento

Essa dinâmica permite que o fluxo seja intenso de modo que toda a cadeia tenha seu estoque em trânsito reduzido de forma considerável.

Redução da complexidade das entregas ao cliente

é realizada uma única entrega formada com toda a variedade de produtos dos seus diversos fornecedores, em um único veículo.

Conhecimento das operações

A troca de informações constantes entre os parceiros permite conhecer todas as etapas operacionais, saber o que e quando será recebida determinada carga.

Aumento do turn-over no CD

A rotatividade dentro do centro de distribuição aumenta, já que o sistema opera com entregas em menores quantidades e com maior freqüência.

Aumento da shelf-life do produto

Shelf life, ou vida útil, é o tempo que um alimento preparado permanece fresco, saudável, ou seja, é o período de tempo que  alimentos, bebidas e outros produtos perecíveis possuem antes de serem considerados inadequados para o consumo.

Aumento da disponibilidade do produto

Devido ao ressuprimento contínuo ao varejo.

Suaviza o fluxo de bens

Torna-se constante devido as encomendas freqüentes.

Torna acessível os dados sobre o produto

Devido ao uso de tecnologias de informação que proporcionam a intercomunicação entre os elos da cadeia, como por exemplo o EDI que unifica a base de dados.

Permite o suporte às estratégias do Just in time

Trabalhar apenas com o produto que foi solicitado pelo cliente e ganhar em tempo, custo, eficiência na operação.

Redução de perdas

Como não temos mais grandes volumes de produtos não termos mais custos com produtos avariados, vencidos e até mesmo produtos roubados.

Acelera o pagamento ao fornecedor e melhora as parcerias

Ao utilizar esse método de pedido de acordo com a demanda do cliente os produtos já saem da empresa com destino e pagamento certo, possibilitando um reembolso mais rápido.

Diminui o uso de papéis associados ao processamento de estoque

Devido a sua rápida passagem pela empresa não será preciso tantos procedimentos de estoque no produto diminuindo o uso de papéis.

Desvantagens do cross-docking

  • Sincronização dos fornecedores com a demanda

Para que as empresas possam desfrutar deste método é necessário ter fornecedores parceiros disponíveis para atender as demandas no momento certo e com qualidade, isso é o que dificulta pois a maioria dos fornecedores não cumprem o que prometem.

  • Pequena ou nenhum credibilidade com fornecedores

Nesse método as informações da chegada do produto são primordiais e não podem atrasar por que afetam toda a cadeia logística, encontrar fornecedores que tenham credibilidade e bem difícil.

  • Sindicatos temem perdas de emprego

Consequentemente quando este método está bem aprimorado o número de colaboradores tende a diminuir, porque não há necessidade de se manter um grande número de pessoas com uma atividade mais otimizada.

Por esse lado torna-se uma desvantagem mais para a empresa e para o cliente podemos ver como uma vantagem competitiva.

  • Sistema de informações inadequados

Os sistemas precisam ser adequados para fornecer as informações necessárias sobre: cliente, produto, fornecedor.

Quando isso não acontece,  o sucesso da operação fica ameaçado.

  • Dificuldade de previsão de pedido

Fator que requer muito cuidado, porque quando não se trabalha com estoque e não se tem fornecedores parceiros, torna-se difícil atender os pedidos demandados pelos clientes.

cross-docking

O cross-docking pode ser realizado por qualquer empresa que deseja agilizar e ter um melhor nível de serviço logístico.

Está estratégia, quando bem utilizada, torna-se um diferencial competitivo para organização.

Sendo o cross-docking um sistema complexo, para se obter sucesso com o seu uso, fabricantes, distribuidores e varejistas devem trabalhar em constante e sincronizada integração dos fluxo de materiais com o fluxo de informação.

Além disso, o uso de um programa de implementação passa-a-passo também deve ser seguido, já que essa tarefa não é simples.

Há que considerar que a perfeita sincronia tem um custo para a sua aplicação sendo considerado até como desvantagem dependendo de como é conduzido o processo de implantação.

O investimento financeiro deve ser considerado, tecnologias e profissionais qualificados são necessários para a gestão eficiente das técnicas operacionais, mas o que mais deve ser levado em consideração é o esforço por parte dos que participaram da cadeia de abastecimento alinhar os objetivos e traçar caminhos que o leve em conjunto para ao sucesso.

O fluxo de materiais e de informações é o elemento mais sensível no relacionamento, os demais fluxos são cíclicos e voláteis podendo ser ajustados e reajustados isso deve ficar bem claro a todos os parceiros.

A implementação do cross-docking não é fácil, no entanto deve apresentar alguns pré requisitos que reunidos podem representar o sucesso desta técnica.

  • Parceria

Todos os membros devem juntar esforços e para isso alguns ajustes devem ser feitos para dar suporte ás operações.

  • Confiança na qualidade

Não deve ser inspecionado, cada um esta ciente das sua responsabilidades.

  • Comunicação clara e eficiente

Compartilhar toda informação entre os parceiros, item importante para conhecimento de vários indicadores tais como: vendas, previsão de entrega, desvios e muito mais, essas informações potencializam o planejamento estratégico individual e coletivo.

  • Gestão da mão de Obra

Por ser uma operação dinâmica, os profissionais devem ser assistidos de perto além da coordenação e acompanhamento da manutenção da frota.

  • Gestão estratégica

Além de tudo quanto exige o cross-docking, a preocupação com a gestão dom trabalho deve permear a administração e caso ocorra algum desvio saber agir rapidamente para o retorno a normalidade.

Esse método na prática é bem simples.

Administrar é que pode ser bem complicado se os agentes parceiros não estiverem alinhados com a estratégia global.

Sua aplicação é uma necessidade atual, o modelo proposto é muito eficiente e se caracteriza como essencial para sustentar as operações logísticas de distribuição.

Sua aplicação pode ser feita em qualquer empresa que tenha a necessidade de agilizar as operações, ainda que não seja complexa. Basta que o gestor conheça sua aplicabilidade e necessite otimizar as operações.

Níveis do cross-docking

  • Cross-docking paletizado

Os produtos chegam de várias fábricas e fornecedores e são colocados em outro veiculo diretamente para os seus respectivos clientes sem conferencia ou preparação.

  • Cross-docking com separação

Os produtos são recebidos e separados por caixas para regiões especificas determinadas antes no planejamento.

  • Cross docking com separação e reembalagem

Os produtos são recebidos e direcionados para uma área de preparação em que várias atividades como: etiquetas, embalagens, pequenas montagens, pacotes customizados são realizados para distribuição dos produtos de acordo com as necessidades de cada cliente.

A velocidade e a produtividade de uma cadeia de suprimentos tornaram-se um importante fator de crescimento para as organizações. Cross-docking é apenas uma estratégia que pode ser implementada para ajudar a alcançar uma vantagem competitiva.

Implementado adequadamente e nas condições corretas, o cross-docking pode fornecer melhorias significativas na eficiência e nos tempos de manuseio.

Algumas das principais razões em que o cross-docking é implementado:

Fornecer um site central para produtos a serem classificados e produtos similares combinados para serem entregues a múltiplos destinos no método mais produtivo e mais rápido. Este processo pode ser descrito como “hub and spoke”

Combinar inúmeras cargas de produtos menores em um método de transporte para economizar em custos de transporte. Este processo pode ser descrito como “acordos de consolidação”.

Desmembrar grandes cargas de produtos em cargas menores para transporte, criando um processo de entrega mais fácil para o cliente. Este processo pode ser descrito como “arranjos de desconsolidação”.

cross-docking

Tipos de cross-docking

Entre os principais tipos que envolvem esse sistema, podemos citar os seguintes:

  • Movimentação contínua

Os produtos são recebidos pelo fornecedor e enviados o mais rápido possível. É a maneira tradicional de cross-docking, que busca evitar o acúmulo de itens em estoque.

  • Movimentação consolidada ou híbrida

Os itens são recebidos e separados. Parte deles é remetida ao cliente final e outra parte pode ser direcionada ao estoque a fim de se combinar com outras mercadorias que formarão pedidos completos.

  • Movimento de distribuição

As mercadorias são recebidas e separadas para distribuição em cargas FTL (Full Truck Load) para os consumidores. Normalmente é usado para o setor business to business (B2B).

  • Fabricação

Este procedimento envolve o recebimento de produtos comprados e recebidos que são exigidos pela fabricação. O armazém pode receber os produtos e preparar subconjuntos para as ordens de produção.

  • Distribuidor

Este processo consolida os produtos de entrada de diferentes fornecedores em uma palete de produtos mistos, que é entregue ao cliente, quando o item final é recebido.

Por exemplo, distribuidores de peças de computador podem fornecer seus componentes de vários fornecedores e combiná-los em uma única remessa para o cliente.

  • Transporte

Esta operação combina embarques de várias operadoras diferentes nas indústrias de caminhões (LTL) e pequenas embalagens para obter economias de escala.

  • Cross-docking de varejo

Este processo envolve o recebimento de produtos de vários fornecedores e a triagem em caminhões de saída para várias lojas de varejo. Este método foi usado pelo Wal-Mart já na década de 1980.

Eles comprariam dois tipos de produtos: itens que eles vendem todos os dias do ano, chamados de estoque básico e grandes quantidades de produtos que são comprados uma vez e vendidos pelas lojas e que normalmente não são abastecidos novamente.

Este segundo tipo de aquisição é chamado de frete direto e o Wal-Mart minimiza os custos de estoque com frete direto, usando cross-docking e mantendo-o no armazém pelo menor tempo possível.

  • Encaminhamento cruzado oportunista

Isso pode ser usado em qualquer armazém, transferindo um produto diretamente da doca de recebimento de mercadorias para a doca de embarque de saída para atender a uma demanda conhecida, ou seja, uma ordem de venda do cliente.

Produtos adequados para cross-docking

Existem materiais que são mais adequados para do que outros. A lista abaixo mostra uma série de tipos de materiais que são mais adequados para cross-docking.

  • Itens perecíveis que exigem envio imediato
  • Artigos de alta qualidade que não requerem inspeções de qualidade durante a entrada de mercadorias
  • Produtos pré-marcados (codificado por barras, RFID), pré-marcados e prontos para venda no cliente
  • Itens promocionais e itens que estão sendo lançados
  • Produtos de varejo de grampos com demanda constante ou variância de baixa demanda
  • Ordens de clientes pré-colhidas e pré-embaladas de outra planta de produção ou armazém

Risco associado a cross-docking

Como os produtos não são eliminados na forma prescrita pela empresa, há um risco aumentado com a perda de controle de estoque usando esse sistema no longo prazo.

As operações de cross-docking, embora complexas e envolvendo muitas variáveis, podem proporcionar à sua empresa, uma melhoria substancial no atendimento dos pedidos e ao mesmo tempo promover uma significativa redução dos custos de distribuição.

Como Medir o Desempenho do Colaborador

Uma das tarefas mais difíceis do gestor é manter a equipe trabalhando unida e comprometida com as metas e sucesso da empresa. Lidar com pessoas não fácil, cada colaborador possui suas características e personalidade.

Então como encontrar uma maneira de obter o respeito de todos e manter a equipe motivada e produtive? É simples: Justiça!

Algo que ninguém tolera é a injustiça, e muitos colaboradores se veem injustiçados. Você já deve ter se deparado com burburinhos como estes:

  • “Trabalho muito e não tenho reconhecimento”
  • “Fulano chega sempre atrasado e ninguém fala nada”
  • “Fulano passa o dia no Facebook e eu aqui me matando”

Estes são só alguns exemplos do que uma má administração de equipe pode ocasionar. A mente do ser humano funciona assim: “Se ele ganha o mesmo que eu e não faz nada, porque eu devo fazer?”

Quando seus melhores talentos começarem a pensar dessa maneira, sua produtividade descerá ladeira a baixo! Você não pode deixar que as coisas cheguem a esse ponto.

Você deve manter sua equipe em um nível sadio de competição, sempre puxando para cima. Sua equipe deve formar exemplos, um colaborador deve ver o esforço do outro e pensar “Fulano tem dado duro e foi reconhecido, vou me esforçar para produzir tanto ou mais do que ele!”

E a única maneira de você jogar limpo e transparente com sua equipe é ter dados concretos para apresentar. A Avaliação de Desempenho não é um plus que grandes empresas devem ter. É uma realidade que TODAS as empresas deveriam se preocupar.

O capital humano é o maior ativo de qualquer empresa. Pense comigo:

  • Você tem CERTEZA de qual funcionário é seu melhor talento?
  • Você tem CERTEZA de qual colaborador é o mais produtivo?
  • Quantos colaboradores da sua equipe chegaram atrasado nos 2 últimos meses?
  • Quantos colaboradores da sua equipe faltaram e apresentaram atestado nos últimos 6 meses?

Se você é um gestor de equipe, você deveria ter todos estes dados a poucos cliques de alcance. Deveria possuir um sistema atualizado com tudo o que acontece na sua equipe, e assim ter total controle sobre ela.

Como recompensar o melhor colaborador e evitar perdê-lo para um concorrente por falta de reconhecimento? Como planejar ações de melhoria e desenvolvimento para seus colaboradores que podem render mais?

Como saber quais competências cada colaborador tem de melhor, e desenvolver e a primorar as que possui deficiência?

A resposta para todas as perguntas é: Avaliação de Desempenho.

Com a Avaliação de Desempenho você resolve todas estas situações:

Um colaborador foi demitido e acionou sua empresa na justiça: Com a Avaliação de Desempenho, você terá dados concretos e atualizados (desde a entrada do funcionário na empresa até sua saída) e poderá justificar o porque da demissão.

Terá anotações de cada atraso, de cada conduta equivocada ou falta de preparo para exercer a função requerida, tendo assim uma base sólida para se defender.

Evitar que “Uma maçã podre estrague o cesto de frutas”: Um colaborador revoltado causa grandes danos a uma equipe. Fora o próprio desempenho ruim, pode instigar seus colegas a também fazerem corpo mole ou sabotar a empresa por algum motivo.

Com a avaliação de desempenho, você terá subsídios para refutar qualquer argumento que este colaborador tenha para infectar a equipe. Mostre ao resto da equipe que as reclamações dele não tem fundamento, baseado em dados concretos que ele não poderá negar.

Evitar Gastos Desnecessários Com Treinamentos Equivocados: É muito comum nas empresas, equipes inteiras receberem treinamentos. Mas, isso é correto? Não seria bem mais assertivo que cada colaborador recebesse o treinamento que mais precisa para se qualificar, ou para exercer melhor a sua função?

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