Investir nos colaboradores ou se acostumar com a rotatividade?


Saiba os benefícios de manter os colaboradores motivados em sua empresa e, dessa forma, diminuir a rotatividade.

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Um estudo recente do Hay Group mostra que as empresas brasileiras têm avançado pouco no quesito de promover satisfação dos colaboradores. De acordo com a pesquisa, que ouviu 906 companhias no Brasil entre novembro e dezembro de 2014, embora 74% delas considerem a retenção de talentos um tema muito importante, apenas 26% têm programas estruturados para isso.

Um outro levantamento publicado pela consultoria no ano passado já mostrava que, apesar de 70% das organizações terem dificuldades para contratar pessoal e 51% para convencê-los a ficar no emprego, só 11% desenvolviam táticas para minimizar a rotatividade em suas equipes.

Em muitas empresas, é frequente que os colaboradores permaneçam menos de um ano e esse fato ser considerado normal, pois acreditam que não haverá problemas substituir essa pessoa. De fato, é muito fácil encontrar novos profissionais no mercado, tendo em vista a escassez de vagas diante do aumento do número de pessoas desempregadas.

Além disso, tem se tornado mais comum as pessoas buscarem cada vez mais novas experiências e acabem por ter uma vida útil curta dentro de uma empresa, geralmente não chegando a dois anos. As novas gerações circulam por algumas companhias antes de se decidirem por fincar raízes.

Porém, qualquer empresa deveria questionar se o motivo da saída dos seus colaboradores se deve a questões pessoais ou que envolvem o ambiente de trabalho. Muitos empreendedores ainda consideram o pagamento como recompensa suficiente pelo trabalho dos colaboradores e acreditam que é mais trabalhoso investir em programas de treinamento ou bonificação do que com o processo de demissão.

Contudo, nesse mesmo cenário, as empresas também têm reclamado da dificuldade em encontrar mão de obra qualificada. Logo, perder um colaborador talentoso, com as habilidades certas para fazer uma organização crescer, é sim muito mais caro do que investir tempo para conseguir fazer esse funcionário ficar.

O custo de rotatividade (turnover, em inglês) de pessoal, pode chegar até o equivalente à oito salários nominais, por empregado, dependendo do cargo (outras pesquisas afirmam que o valor pode variar de 20% a 600% do salário anual orçado para cargo) porque é preciso arcar com gastos da rescisão, despesas de seleção, de recrutamento e esperar o período de adaptação.

Além disso, o colaborador que era considerado um mentor experiente para os novos membros foi embora, então neste período podem ocorrer muitas variáveis, como a dificuldade em se adequar aos objetivos organizacionais.

Reputação não tem preço

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Outra questão que não envolve dinheiro, mas sim valores, é o quanto isso afeta a reputação da empresa. Existe um site chamado LoveMondeys em que as empresas são avaliadas pelos seus colaboradores. Eles podem avaliar o salário, qualidade de vida, aspectos bons e ruins, quantas estrelas a empresa merece e se recomendariam a algum amigo.

Algumas estão extremamente mal cotadas, recebendo no máximo duas estrelas e não sendo indicadas de maneira alguma para outros colaboradores. Outro fator que não pode deixar de ser considerado é a reputação boca a boca, crítica de ex colaboradores nas redes sociais e muito mais.

Todos esses fatores tornam muito mais difícil que alguém bem qualificado escolha a empresa. No mínimo, por ignorância dos fatores, esta pessoa qualificada pode se candidatar a vaga e pedir demissão poucos meses depois, se repetindo o ciclo.

O mercado está mais humano

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O problema da reputação não afeta só a escolha dos colaboradores. O mercado está mais humano e isso significa que os clientes buscam parcerias com empresas que mostrem um relacionamento mais humano e inovador com as equipes responsáveis pelos produtos e serviços.

Uma empresa engessada neste quesito não é atrativa para o mercado, pois representa lideranças e gestores duvidosos, que não conseguem direcionar seus colaboradores.

A conclusão é que investir nos colaboradores sempre será mais vantajoso para todos. Após a identificação do risco de rotatividade, baseada em pesquisas de clima, a empresa pode adotar algumas práticas para maior retenção, como deixar claro o objetivo da empresa, inspirar confiança de que a empresa irá alcançar seus objetivos, incentivar o desenvolvimento, ente outros.

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1 Comentário

  1. Roberta disse:

    Bem interessante o artigo.
    Na empresa que trabalhei, não ocorria o investimento e a rotatividade era grande.
    Por isso sai e não volto mais.
    Hoje trabalho no Inglês do Jerry e sou muito feliz!
    Roberta Alves
    https://www.maesabetudo.com.br/ingles-do-jerry/