Teorias Da Administração | Qual A Melhor Para Sua Empresa?


O presente artigo busca apresentar o desenvolvimento das Teorias da Administração para informação e análise de seus elementos, forças e fraquezas.

Muitas idéias foram praticadas antes, mas quase todas as teorias escritas nesta área foram desenvolvidas a partir de 1900.

O objetivo é conhecer as Teorias da Administração, dentro da visão temática de processos administrativos, estudadas nos conceitos fundamentais da administração.

Cada uma dessas cinco variáveis – tarefas, estrutura, pessoas, ambiente e tecnologia – provocou a seu tempo uma diferente teoria administrativa, marcando um gradativo passo no desenvolvimento da administração.

Cada teoria administrativa procurou privilegiar ou enfatizar uma dessas cinco variáveis, omitindo ou relegando a um plano secundário todas as demais.

A base teórica e conceitual é imprescindível à prática administrativa, pois estamos vivendo uma era de mudanças, incertezas e perplexidade.

A Era da informação está trazendo novos desafios para as organizações e, sobretudo para os administradores. Os consumidores estão mais exigentes quanto à qualidade dos serviços e produtos oferecidos pelas organizações.

Com isso, surge a necessidade de os administradores se fundamentarem em conceitos, idéias, Teorias da Administração e valores que lhe permitam a orientação e o balizamento de seu comportamento, o qual influenciará poderosamente o comportamento de todos aqueles que trabalham sob sua orientação.

A constante necessidade de inovação e renovação, a busca de flexibilidade e agilidade para proporcionar mudança e transformação, a adoção de novas idéias faz com que os administradores recorram à Teoria Geral da Administração.

Esta é uma disciplina orientadora do comportamento profissional para todos aqueles que lidam com administração.

Ela busca ensinar acima de tudo o que deve ser feito e o porquê.

Além disso, procura ensinar o futuro administrador a pensar e, sobretudo, a raciocinar a partir de uma bagagem de conceitos e idéias que traz como ferramentas de trabalho.

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Fases das Teorias da Administração

Antecedentes Históricos

Na antiguidade temos exemplos de construção de magníficas obras, realizadas no Egito, na mesopotâmia, na Ásia, comprovando a existência de elementos capazes de planejar e conduzir milhares de trabalhadores…

Apesar de rudimentares, já é possível observar Teorias da Administração sendo utilizadas em diversos setores e partes do mundo.

Exemplos

  • No Egito antigo foram encontrados papiros que atestam a importância dada à organização e à administração burocrática;
  • Na China, Confúcio sugere a prática para a boa administração pública;
  • Hamurabi, Amásis e Manu estabelecem os códigos disciplinadores do trabalho;
  • Os Hebreus nos deixaram conceitos de organização e o principio escalar;
  • Os romanos deixaram legados tais como administração pública, autoridades dos magistrados, hierarquia e o senado.

Desenvolvimento Histórico da Administração

Registros antigos sobre a evolução no campo da administração datam de duas fases: teocrática e empírico-prática.

Fase teocrática: Não há conhecimento desta fase, porém haveria apenas um mundo de origem divina.

Fase empírico-prática

Nesta fase, destaca-se Hamurabi, rei dos Amoritas, tribo semita que dominou e formou o grande império babilônico, onde destacamos que:

Sua legislação influencia 15 séculos no oriente médio;

Preconizou o salário profissional, as férias, o tabelamento de preços e seguro saúde para os trabalhadores da mesopotâmia;

Estabeleciam, em contrato, relações entre empregados e empregadores.

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Figuras importantes

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Na sua grande maioria eram religiosos. Agiam de forma empírico-prática, isto é, experimentavam e repetiam o que dava certo, e eliminavam os insucessos.

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Na idade média as corporações de ofício eram estruturadas em três categorias profissionais:

  • Mestre
  • Companheiro e
  • Aprendiz

Eventos que marcaram essa fase:

  • A organização do estado Inglês
  • Organização dos Estados Unidos
  • A revolução francesa (1789)

Esta última, pela Assembléia Nacional da Declaração dos Direitos do Homem, democratizou as oportunidades de emprego, tanto para o setor público como para o setor privado, dando início á era da competição pelo mérito para o trabalho.

As Influências na Administração

A história, ao longo dos tempos, foi acumulando fatos, experiências e conhecimentos para ir, aos poucos, formando as Teorias da Administração e cada elemento teve seu papel fundamental.

Dos Filósofos

Sócrates (470-399 a.C.): esclarece que “a administração deve ser vista como uma habilidade pessoal, separada do conhecimento técnico e da experiência”.

Platão (429 a.C. – 347 a.C.): seu ponto de vista sobre a forma de governo e a administração dos negócios públicos.

Aristóteles (384-322 a.C.): estuda a organização do Estado e aponta 3 formas de administração pública:

  • Monarquia ou governo de um só
  • Aristocracia ou governo de uma elite
  • Democracia ou governo do povo

Francis Bacon (1561 – 1626): método experimental e indutivo, prevalência do principal sobre o acessório.

René Descartes (1596 – 1650): criou as coordenadas cartesianas. Negar tudo até prova em contrário. Princípio da análise ou decomposição partindo para a síntese ou composição. Revisar tudo como princípio de verificações.

Da Organização da Igreja Católica

A hierarquia da igreja, com inspiração no modelo de ordem e disciplina.

Da Organização Militar

Idêntica à inspiração da Igreja, com as competências delimitadas pela hierarquia. A disciplina é um requisito básico para uma boa organização. Surgimento do pensamento estratégico.

Exemplos

  • O princípio da unidade de comando – fundamental para a função de direção.
  • A escala hierárquica – em seus níveis de comando relativos ao grau de autoridade e responsabilidade correspondentes.
  • A autoridade delegada – para níveis mais baixos.
  • O planejamento e controle centralizados e as operações descentralizadas.
  • O “estado maior” (staff) (assessoria).
  • O princípio de direção através do qual todo subordinado deve saber o que se espera dele e aquilo que ele deve fazer.

A Revolução Industrial

Desenvolveu-se em duas fases:

  • Primeira Fase: 1780 a 1860 – Revolução do Carvão e do Ferro, e
  • Segunda Fase: 1860 a 1914 – Revolução do Aço e da Eletricidade

Aspectos Ligados à Administração

  • Em 1776, James Watt inventa a máquina a vapor e sua aplicação à produção traz modificação na estrutura social e comercial, com mudanças nas áreas econômicas, política e social.
  • Mecanização da indústria e da agricultura (Ex: máquina de fiar, do tear hidráulico, do tear mecânico e do descaroçador de algodão).
  • Uso da força motriz na indústria (com aplicação da máquina a vapor).
  • Surgem as fábricas e os operários (em lugar do artesão e sua oficina).
  • Desenvolvimento dos Transportes e das comunicações é acelerado, principalmente com a introdução da navegação a vapor, locomotiva a vapor, construção de estradas de ferro.
  • Samuel Morse inventa o telégrafo (1835), Graham Bell o telefone (1876), Daimler e Benz constroem o primeiro automóvel, Santos Dumont voa em Paris com o XIV Bis.

O Surgimento das Grandes Transformações

A Revolução Industrial deixou sua enorme contribuição para estudo e formação das Teorias da Administração, caracterizando-se na segunda fase, pelos seguintes aspectos:

  • Substituição do ferro pelo aço na indústria básica.
  • Substituição do vapor pela eletricidade e pelo petróleo, como fonte de energia.
  • Maquinaria automática e alto grau de especialização
  • A ciência passa a dominar na indústria.
  • Melhoramento das vias férreas, construção de automóveis, aperfeiçoamento de pneumáticos.
  • Desenvolvimento de novas formas de organização capitalista (capitalismo, financeiro, trustes, holding companies, etc).

Contribuições

  • Ruptura das estruturas corporativas da idade média.
  • Grau de avanço tecnológico, com as novas formas de energia e consequente ampliação dos mercados.
  • A substituição do tipo artesanal pelo tipo industrial de produção.

Contribuição dos Economistas Liberais

Adam Smith (1723-1790) – preconizou o estudo dos tempos e movimentos, mais tarde desenvolvido por Taylor.

James Mill (1773-1836) – estabelece medidas para tempos e movimentos a fim de obter o aumento da produção.

Samuel P. Newman – destaca que o administrador deve ser uma combinação de várias qualidades dificilmente encontradas em uma única pessoa. As funções da administração, segundo ele, são:

  • Planejamento
  • Arranjo
  • Condução de diferentes processos de produção

Estudo das Teorias da Administração

Com base nas pesquisas realizadas sobre as sete teorias propostas, a saber:

  • Teoria da administração científica
  • Teoria clássica
  • Teoria da burocracia
  • Teoria neoclássica
  • Teoria das relações humanas
  • Teoria comportamental e
  • Teoria da contingência

Abordaremos duas questões fundamentais no estudo da administração moderna das empresas.

Uma questão proposta é o estudo das principais contribuições das teorias referidas na administração moderna das empresas, que serão enfatizadas no desenvolvimento deste artigo.

A outra questão surge da constatação de que ainda existem empresas que aplicam conceitos antigos por falta de conhecimento e porque não dizer, por falta de uma política empresarial de gestão do conhecimento.

Propomos então, estudar os conceitos fundamentais de administração, de acordo com essas teorias, para compreender os processos administrativos e exemplificar alguns casos.

Teoria da Administração Científica

Um dos maiores expoentes das Teoria da Administração, conhecida como Administração Científica foi Taylor.

Através da leitura de Idalberto Chiavenato, em sua Teoria Geral da Administração, nota-se que Taylor compartilhou com Fayol, criador da teoria clássica, o reconhecimento de serem os fundadores da moderna administração.

Os dois defendiam uma visão mecanicista, de pontos de vista diferentes. Foi exatamente assim, como mostra Chiavenato, o engenheiro americano Taylor enxergava a organização de uma empresa de baixo para cima e o Francês Fayol, de cima para baixo.

A chamada administração científica começou a contribuir realmente com a ciência da administração através de observações empíricas realizadas no período da Revolução Industrial.

A administração científica contribuiu bastante com a evolução do estudo dos processos administrativos, partindo da observação de tempos e movimentos necessários para realizar determinados trabalhos de natureza física.

Talvez por isso, e levados pela necessidade de acompanhar a evolução do desenvolvimento industrial crescente, eles não tenham atinado para os aspectos humanos que deveriam ter sido inseridos no contexto das Teorias da Administração.

A “administração científica” alimentou um comportamento mecanicista que perdura até os dias de hoje em muitas organizações.

A interpretação teórica, assim como a denominação teórica dos fatos e situações administrativas são consideradas por alguns como contribuições, apesar de muitas dessas interpretações terem um fundo ideológico e estarem embutidas no conceito do “homo economicus”.

Entretanto, o fato concreto de terem tomado a iniciativa de estudar cientificamente as Teorias da Administração, mesmo cometendo muitos erros, já foi uma grande contribuição.

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Origens da Organização Racional do Trabalho – ORT

Foi nos primórdios da administração científica que surgiu a Organização Racional do Trabalho – ORT, quando Taylor constatou os operários aprendendo uns com os outros através da observação.

Descobriu que esse costume natural entre os operários desenvolvia diferentes métodos de execução da mesma tarefa, variando instrumentos e ferramentas para a mesma operação.

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A partir dessas constatações, Taylor criou a Organização Racional do Trabalho, substituindo métodos empíricos e rudimentares por métodos científicos.

Fundamentos da ORT

  • Análise dos tempos e movimentos;
  • Estudo da fadiga humana;
  • Divisão do trabalho e especialização, reduzindo o trabalho a uma única tarefa, ou a tarefas simples;
  • Desenho de cargos e tarefas;
  • Incentivos salariais e prêmios por produção;
  • Homo Economicus (o operário movido por recompensas financeiras);
  • Condições ambientais de trabalho;
  • Padronização de métodos, máquinas e equipamentos;
  • Supervisão funcional (administração funcional): A divisão do trabalho aplicada às chefias.

Destacamos as origens da ORT nas Teorias da Administração, porque ela foi um ponto marcante, consolidou e deu uma consistência objetiva aos postulados de Taylor e seus seguidores.

Teoria Clássica

Muitas Teorias da Administração participam da abordagem clássica. Na verdade ela não foi uma criação individual do engenheiro Henri Fayol em 1916.

Ele utilizou o modelo da organização militar como exemplo para estruturar suas proposições teóricas. Outros estudiosos de administração também davam ênfase à estrutura das organizações, na formulação de suas teorias, na mesma época.

Muitos autores acusam Fayol de haver compilado alguns fundamentos das Teorias da Administração e princípios descobertos por outros teóricos.

A verdade é que ele praticou a Gestão do Conhecimento, sem conhecer esta expressão, porque não era usual no início do século passado. Fayol soube aproveitar um conhecimento que já estava consolidado.

Portanto as funções básicas de uma empresa identificadas por Fayol, são muito parecidas com denominações dadas por outros autores em seus ensaios e estudos sobre os processos administrativos. Fayol aponta as seguintes funções numa empresa:

  • Funções técnicas, relacionadas ao produto/serviço;
  • Funções comerciais, relacionadas com a compra/venda;
  • Funções financeiras, relacionadas com a gerência de capitais;
  • Funções de segurança, relacionadas com a proteção de bens/pessoas;
  • Funções contábeis, relacionadas com registros/custos/estatísticas;

Funções administrativas, funções estas responsáveis pela coordenação das outras funções. Prever, organizar, comandar, coordenar e controlar, são os elementos que constituem o processo administrativo para Fayol.

Os processos estão interligados com as funções e pode-se observar este relacionamento em outros autores.

Teoria da Burocracia

Todo e qualquer tipo de comunicação deve ser documentado, para que se obtenha o máximo de eficiência. Esta é uma das máximas da teoria da burocracia.

Mas dentre as Teorias da Administração, esta teoria se esquece de levar em consideração a organização informal e a variação dos sentimentos humanos.

A burocracia traz por seu lado a contribuição para os registros históricos que ficam na memória da empresa, que podem ser utilizados pela gestão do conhecimento.

Entretanto, por outro lado, em alguns aspectos, esfria o relacionamento humano, trazendo para a área central, para o cérebro da empresa, um comportamento mecanicista, que passa das máquinas dos operários para os papéis dos funcionários administrativos.

A teoria da burocracia contribuiu com a administração moderna das empresas, mas ao mesmo tempo criou mecanismos que emperram a máquina administrativa.

Aproveitando-se da fragilidade das Teorias Clássicas como também da falta de consistência das teorias das Relações Humanas, os burocratas conseguiram implantar a teoria da burocracia.

Também a parcialidade dos clássicos e a ingenuidade dos teóricos humanistas, estimulou a necessidade de um modelo racional envolvendo toda a organização e definindo melhor os modelos de procedimentos administrativos.

Para concluir citamos Max Weber, máximo teórico dos burocratas, que diz: “A economia monetária e a superioridade técnica foram fatores que desenvolveram a burocracia”.

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Teoria Neoclássica

Dentre as Teorias da Administração, esta representa uma grande contribuição do espírito pragmático dos empresários americanos. A característica principal passa pela forte ênfase nos aspectos práticos aplicados à administração.

Pautando pelo pragmatismo, buscam resultados concretos e palpáveis. Mesmo assim a teoria neoclássica não se desvencilhou dos conceitos teóricos da administração clássica.

Procurando desenvolver os seus conceitos de forma prática, os autores neoclássicos visam em primeiro lugar a ação executiva.

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Para eles, a teoria só tem valor quando conseguem operacionalizá-la na prática e por isso quase todos os neoclássicos se referem a essa prática administrativa, ou ação administrativa, mostrando os aspectos instrumentais da administração.

Na verdade, a Teoria Neoclássica é a Teoria clássica renovada, atualizada, corrigida sob a égide das novas Teorias da Administração e dos problemas administrativos atuais.

Os neoclássicos absorvem, aceitam a influência das ciências do comportamento na administração, para ao mesmo tempo reafirmarem os postulados clássicos, com argumentos mais convincentes.

A teoria Neoclássica baseia-se também no princípio de que a administração é uma técnica social básica. Por isso deve-se levar o administrador a conhecer todos os aspectos básicos de sua função, como também devem aprender a dirigir pessoas dentro da organização.

Neste aspecto, adiantam-se rudimentarmente aos estudos de Gestão de Pessoas, que atualmente tem sido uma das maiores preocupações dos administradores, ao lado da Gestão do conhecimento.

Outra contribuição da Teoria Neoclássica é a administração por objetivos. Eles acreditam que os meios devem ser utilizados na busca da eficiência. Entretanto, a busca da eficácia para eles está ligada às finalidades, ou resultados finais.

Teoria das relações humanas

A Teoria das Relações Humanas foi desenvolvida por cientistas sociais, como um movimento de oposição à Teoria Clássica.

Com uma abordagem humanística, a Teoria Administrativa sofreu verdadeira revolução conceitual. A ênfase voltou-se para as pessoas que trabalhavam na organização.

Seu surgimento, que começou após a morte de Taylor, a partir da década de 30, foi possível devido ao desenvolvimento da Psicologia, bem como as modificações ocorridas no panorama político e sócio-econômico da época que foi elaborada.

Psicólogos e sociólogos tomam o lugar do engenheiro e do técnico, surgindo então uma nova concepção da natureza do homem.

As relações humanas passaram a ser mais valorizadas dentro da empresa, inserindo o conceito do homem social nas decisões administrativas.

Neste caso, a organização informal ganha mais importância, porque ela se origina da necessidade do ser humano conviver com os demais indivíduos.

Dentro das Teorias da Administração, a Teoria das Relações Humanas a partir daí começou a estudar a influência da motivação no comportamento das pessoas. Descobriram que a compreensão da motivação exige o conhecimento das necessidades humanas.

Também observaram que “pode-se motivar uma pessoa quando se sabe o que ela necessita e quando uma necessidade de um determinado nível é satisfeita passa-se para o próximo nível da hierarquia”, podendo-se encetar outro ciclo de motivação.

Teoria Comportamental

A teoria comportamental segue uma linha humanística e para isto a psicologia organizacional contribuiu decisivamente para o surgimento de uma teoria administrativa mais democrática.

Ensinando que o homem deve pensar mais e criar mais, a teoria comportamental propõe o abandono de posições normativas e descritivas e a adoção de uma posição humanística.

A Teoria Comportamental, ou behaviorismo, originou-se exatamente quando surgiu uma reação muito forte dos operários, à maneira deles, e dos trabalhadores intelectuais, atacando, principalmente a Teoria Clássica.

O argumento dos behavioristas era que os defensores da teoria clássica eram excessivamente mecanicistas.

Começando com seu principal teórico, Hebert Alexander Simon, a Teoria Comportamental, ou Behaviorista, renovou o foco de interesses dos estudiosos da administração.

Simon abandonou aquelas posições normativas e prescritivas das teorias Clássica, das Relações Humanas e da Burocracia, abordando a questão com o instrumento ótico, das ciências do comportamento (behavioral sciences approach).

Teoria da Contingência

A Teoria da Contingência é circunstancial. Ela prega que o administrador deve respeitar as situações encontradas no ambiente e inserir as decisões administrativas de acordo com as circunstâncias.

Para a Teoria da Contingência os atos administrativos têm uma grande relatividade e não existe uma relação direta de causa e efeito.

Com esta concepção, o administrador fica livre para tomar decisões diferentes nas mesmas situações, dependendo das circunstâncias.

Pela Teoria da Contingência, todas as decisões e processos administrativos dependem da criatividade do administrador, como também de sua sensibilidade humana e do grau de respeito com o meio ambiente.

Como foi possível constatar, são inúmeras as contribuições das teorias estudadas na administração moderna das empresas. Entre elas poderíamos citar:

  • Melhoria das condições físicas do trabalho e do trabalhador;
  • Incentivo salarial e prêmios;
  • Auto-realização profissional;
  • Especialização do trabalhador;
  • Divisão do trabalho;
  • Disciplina;
  • Definição e estabelecimento de cargos e tarefas;
  • Padronização de métodos e equipamentos;
  • Supervisão funcional.

Além desses itens objetivos, pode-se dizer que atualmente, alguns administradores estão voltando atenção para as pessoas que trabalham na empresa, buscando o máximo de eficiência e prosperidade, para patrões e empregados.

Nos dias atuais, temos um novo tempo de desenvolvimento e aperfeiçoamento da administração, como Ciência e como profissão.

A tecnologia moderna aliada aos cientistas, pesquisadores e professores, com seus mecanismos, estudos e trabalhos vêm provando que administrar é necessário, proveitoso e imprescindível em quaquer segmento, contexto ou situação na vida das pessoas, das empresas e das entidades.

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