Uma Administração Estratégica Gera Resultados Incríveis ao Seu Negócio


Com o passar do tempo o assunto administração foi dividido em diversos aspectos, já que o mundo se globalizou e  a administração evoluiu. Com ela, a administração estratégica contribui para estruturar os setores de uma empresa. 

Sendo assim, algumas coisas precisaram ser adaptadas a essa nova realidade, nesse contexto aquela visão geral foi quebrada em visões que iriam de setores em setores.

Por conta disso, a visão sistema ainda que geral visa justamente uma visão como se cada setor fosse um microssistema que faria parte do todo.

Nesse contexto uma dessas visões é a Administração Estratégica e as suas ramificações.

Obviamente que se você estuda algo ligado a administração ou mesmo tem apenas curiosidade, você precisa saber muito mais sobre isso.

Nós trouxemos um conteúdo de maneira objetiva e clara, o que facilitará o entendimento e principalmente a aplicação.

Embora possa parecer complicado a Administração Estratégica é mais simples do que aparentar ser e isso só reforça o tão importante que é a aprendizagem.

Administração Estratégica

Conceito de Administração Estratégica

Estratégia deriva da palavra grega “strategos”, que combina “stratos” (exército) com “ago” (liderar), ou seja, strategos significa a qualidade ou habilidade do general em organizar e levar suas tropas à vitória.

Inicialmente a estratégia era a ação de comandar ou conduzir exércitos em tempos de guerra e tinha como objetivo vencer o inimigo, sendo assim, ela era aplicada então como um instrumento de vitória na guerra e foi utilizado por diversos povos.

Durante os séculos, a estratégia foi estendida a outros campos do relacionamento humano: político, econômico e ao contexto empresarial, mantendo em todos os seus usos a raiz semântica, a de estabelecer caminhos.

Nota-se então a semelhança entre os campos de batalha dos exércitos e a competitividade das empresas, pois em ambos é apontado o caminho da vitória e um processo de variadas espécies de conflitos.

O termo então se popularizou no mundo dos negócios e passou a orientar posturas e ações das organizações.

O que é e para que serve a Administração estratégica?

A administração estratégica é o campo onde é efetuado o planejamento estratégico da empresa tendo como base sua missão, visão e valores.

Neste campo são estabelecidos conjuntos de opções, diretrizes e valores determinados pelos líderes (alta administração) da empresa, para que a organização possa ter um bom desenvolvimento a longo prazo.

Através das estratégias é possível estabelecer objetivos, metas, projetos, orçamentos, logística, táticas, planos de ação, e também antecipar problemas que podem ocorrer durante o percurso, diminuindo os riscos da empresa.

O desenvolvimento de uma estratégia competitiva é uma fórmula ampla de como a empresa competirá e quais serão as metas e políticas estabelecidas para alcançar o objetivo.

Como exemplos de alguns tipos de estratégia nas empresas podemos citar: redução de custos, inovação, expansão e internacionalização.

Ser estratégico é acima de tudo se preparar para enfrentar e vencer desafios, enxergar ameaças e oportunidades que ainda não existem.

A administração estratégica é um processo contínuo devido a mudanças constantes que ocorrem no micro e macroambiente, por isso ela deve estar em constante monitoramento dos resultados organizacionais e a partir disso devem ser feitas as adaptações necessárias.

Ela também é um campo interativo e visa manter uma organização como um conjunto apropriadamente integrado a seu ambiente.

Para que a administração estratégica possa acontecer e devido ao seu grande impacto na vida da organização, ela é dividida em algumas áreas como:

planejamento estratégico, gestão estratégica, controle e administração da estratégia empresarial e sistema de informação estratégico.

Sendo assim, podemos concluir que a administração estratégica é um conjunto integrado e coordenado de ações definido para explorar competências essenciais e obter vantagem competitiva.

Onde a empresa escolhe quais caminhos seguirá para ampliar o sucesso da organização, tanto no presente como no futuro.

fornecendo condições para acrescentar novos elementos de reflexão e ação sistemática continuada, para avaliar a situação atual, elaborar projetos e mudanças estratégicas.

Portanto ela é legitima e essencial nos negócios.

Características

A Administração estratégica deve apresentar algumas características para ser considerada como tal e maximizar os resultados da organização, são elas:

  • Evolutiva: seus princípios devem estar em constante evolução, seja referente aos modelos de administração estratégica, gestão da empresa, implementação estratégica, planejamento estratégico, etc.
  • O motivo do uso desta característica se dá devido às mudanças que ocorrem constantemente e por isso se torna necessário sempre manter uma atualização para que a empresa consiga atingir suas metas.
  • Sistêmica: a administração estratégica teve ter uma divisão estruturada, onde todas as partes interajam entre si e seu todo evolua ao longo do tempo, em função das metas e objetivos.
  • Interagente: as unidades organizacionais, equipes de trabalho, funcionários devem estar em permanente acompanhamento.
  • Otimização de resultados: visa obter a satisfação e fidelização de seus clientes, a realização pessoal e profissional de seus colaboradores e os melhores resultados para os stakeholders (empresas, clientes, investidores, funcionários).
  • Qualidade: para uma boa administração estratégica é necessário haver um programa amplo e permanente de qualidade e produtividade na organização, onde haja contribuição de todos que fazem parte dela.
  • Liderança e participação: o papel do líder nas organizações é essencial, pois ele é o responsável por promover e incentivar uma administração participativa, delegando as responsabilidades pertinentes aos colaboradores para que sejam atingidas as metas da empresa.

Etapas da Administração Estratégica

Para que as empresas possam ter uma administração efetiva e eficaz, a fim de conseguir ter competitividade e efetividade para permanecer em atividade no futuro, é necessário seguir um processo ou uma série de etapas presentes na administração estratégica, são elas:

Etapa 1 – Execução de uma análise do ambiente

O início do processo de administração estratégica se dá a partir análise do ambiente, monitorando o ambiente organizacional para identificar riscos e oportunidades tanto presentes quanto futuros.

Nesse contexto devem ser levados em conta todos os fatores, tanto internos como externos à organização, que podem influenciar o progresso da mesma.

Para esse monitoramento, costumam ser utilizadas algumas ferramentas, como: Análise Swot, 4 Ps, Matriz BCG , CVP e Benchmarking.

Etapa 2 – Estabelecimento de uma diretriz organizacional

O estabelecimento da diretriz organizacional está relacionado à determinação da meta da organização.

Há dois indicadores principais de direção para essa determinação: a missão e os objetivos organizacionais.

A missão organizacional é a razão e motivo da existência da empresa. Já os objetivos são as metas que as organizações visam atingir.

É importante saber o que significa a declaração de missão e entender a natureza dos objetivos organizacionais.

Também existem outros dois indicadores de direção: a visão, que é o que as empresas desejam se tornar no futuro, e os valores, que imprimem a filosofia que norteia a empresa e a que a diferencia das demais.

Etapa 3 – Formulação de uma estratégia organizacional

A formulação da estratégia é projetar e selecionar métodos que façam com que a organização alcance seus objetivos organizacionais.

O enfoque central não está somente em estabelecer as estratégias, mas também em como lidar de forma satisfatória com a concorrência.

Assim que o ambiente é analisado e a diretriz organizacional estipulada, a administração pode traçar cursos alternativos de ação para assegurar o sucesso da organização.

Para isso também são utilizadas as ferramentas Análise Swot, 4 Ps, Matriz BCG , CVP e Benchmarking.

Administração estratégica e vantagem competitiva

Administração Estratégica

Colocando os recursos internos da organização como potencializadores de vantagem competitiva sustentável, em vez de o ambiente externo, o livro “Administração Estratégica e Vantagem Competitiva” dos Professores J. B. Barney e W.S. Hesterly, apresenta um elemento inédito:

um modelo integrador amplo o suficiente para ser aplicado na análise de casos e cenários de negócios e simples o suficiente para ser compreendido e compartilhado.

Chama-se VRIO:  Valor, Raridade, Imitabilidade e Organização.

VRIO, é um mecanismo que integra dois modelos teóricos existentes: a perspectiva de posicionamento e a visão baseada em recursos.  

É a principal ferramenta para se conduzir uma análise interna.

Representa quatro questões ou perguntas que uma pessoa deve fazer sobre um recurso ou capacidade para determinar seu potencial competitivo:

A questão do valor: o recurso permite que a empresa explore uma oportunidade ambiental e/ou neutralize uma ameaça do ambiente?

A questão da raridade: o recurso é controlado atualmente por apenas pequeno número de empresas competidoras?

A questão da imitabilidade: as empresas sem esse recurso enfrentam uma desvantagem de custo para obtê-lo ou para desenvolvê-lo?

A questão da organização: as outras políticas e processos da empresa estão organizados para dar suporte à exploração de seus recursos valiosos, raros e custosos de imitar?

Além da abordagem inovadora, este livro traz estudos de caso que enfocam empresas brasileiras, como Hospital Israelita Albert Einstein, Aché e Marcopolo – um elemento que auxilia o leitor a pensar de maneira crítica e a entender os conceitos apresentados.

Que tal uma prática preliminar deste modelo na sua empresa?

Identifique os principais recursos que conferem vantagem competitiva à sua empresa?

Utilizando o modelo VRIO, pense como sua empresa sustenta a vantagem competitiva.

Identifique as principais capacidades internas da sua empresa. Elas podem ser copiadas pelos concorrentes?

Esse tipo de pensamento é o compõe o explicado acima.

Planejamento e Implantação da Estratégia

As estratégias devem ser de fácil compreensão e orientadas. Para que isso ocorra, é essencial responder algumas questões antes de iniciar o processo. Na sequência, apresentaremos alguns desafios que foram elencados por Costa (2005):

  • Qual é a razão de ser da empresa?
  • Por que ela foi ou será criada?
  • Em que ramo está a empresa?
  • Quais são as partes interessadas?
  • Quais seus princípios e valores?

A estratégia não dá garantias de sucesso.

Toda estratégia é tomada como base para as suposições que possam ocorrer em determinado fato, que venha a afetar favorável ou negativamente na empresa.

O que determina se a estratégia aplicada foi adequada ou não é seu sucesso.

Somente através do resultado final é que poderemos afirmar se a estratégia aplicada para determinado problema na empresa foi adequada ou não.

Caso a estratégia atinja os objetivos propostos, aí sim poderemos dizer “a estratégia aplicada deu certo! ”.

Evidentemente a estratégia planejada não deverá ser inflexível e, apesar de ser baseada em suposições, poderá mudar a qualquer momento, sempre sendo adotada com base nos objetivos organizacionais.

Para saber se o nível ou a estratégia é a adequada, os membros da organização devem se questionar:

  • A estratégia a ser adotada vai ao encontro dos objetivos organizacionais?
  • A estratégia oferece mais riscos ou oportunidades?
  • A estratégia é adequada aos valores da empresa?
  • A estratégia possui um diferencial competitivo?
  • A estratégia contempla as exigências dos consumidores?
  • A estratégia tem vantagens competitivas?

É fundamental que essas perguntas sejam amplamente debatidas e respondidas.

Entretanto, as mesmas deverão estar em sintonia com os princípios da empresa, para que a mesma não venha a ser abortada. Deverão também ser respondidas algumas questões, como:

  • Existe disponibilidade de recursos para a implantação da estratégia?
  • A estratégia está alinhada com relação aos produtos e serviços que oferta aos clientes?
  • Qual o posicionamento da estratégia com base no Ciclo de Vida dos Produtos?
  • Quais segmentos de mercados serão atendidos?
  • As estratégias da empresa são inferiores em relação aos da concorrência?

Assim, é essencial que haja a maior atenção possível para que os membros das organizações não sejam pegos de surpresa diante de um fato inesperado e que venha de encontro com os objetivos propostos

Administração estratégica de recursos humanos

O sucesso de um negócio está baseado na sua capacidade de gerar riqueza.

O domínio da informação e o conhecimento técnico sobre as ações a serem estabelecidas são essenciais para se chegar ao sucesso em qualquer atividade.

A Administração Estratégica visa o sucesso.

É a maneira como a Fazenda Empresa deve ser gerenciada para a implantação da Estratégia Empresarial, que por ser dinâmica, exige uma administração ágil e atenta às mudanças no ambiente a que está inserida.

Como Estratégia pode-se dizer: “É a arte de utilizar os recursos físicos, financeiros e humanos, tendo em vista a minimização dos problemas e a maximização das oportunidades do ambiente da empresa.” (Oliveira, 1.988).

Vamos tratar neste artigo dos recursos humanos na Estratégia Empresarial.

As propriedades rurais brasileiras, principalmente as de pecuária de corte, se caracterizam pela baixa escolaridade de seus funcionários.

Tais fatores dificultam a adoção de tecnologias capazes de alavancar o sistema produtivo aos níveis de outras atividades.

O grande desafio da administração é o desenvolvimento de processos e sistemas que sejam justos, dentro dos princípios e valores das pessoas que os compõem.

“Para que ocorra efetivo desenvolvimento organizacional, deve-se buscar, além do aprimoramento estritamente técnico, desenvolver a competência pessoal e interpessoal, facilitando dessa forma o dinamismo organizacional, no tocante a revisão de sua estrutura, seu funcionamento e seu relacionamento com o ambiente externo a organização“. (Kanaane, 1.995).

A Globalização da economia e a estabilização da nossa moeda, a partir do plano real, nos levaram a uma busca exacerbada da redução de custos de produção, economia de escala e controle rígido de processos.

O que nos levando, muitas vezes, a desconsiderar as necessidades dos trabalhadores como seres humanos, nos interessando apenas pelas tarefas que executam.

Este tratamento de simples executor de tarefas mascara o significado do seu trabalho e faz com que o trabalhador não consiga satisfazer, dentro da empresa, suas necessidades sociais, de estima e autorrealização.

Surge, então, a necessidade de um líder, com perícia técnica e interpessoal, capaz de entender as necessidades de seus liderados.

O estilo de liderança, cada vez mais, tem definido o sucesso das organizações.

Há alguns anos atrás, a pecuária de corte era dita como uma atividade extremamente estável, com mudanças lentas e quase tudo era previsível.

O pecuarista sabia o que fazer e seus funcionários definiam, sozinhos, a razão de seu trabalho.

O lema era trabalhar duro, fazer as tarefas corretamente e crescer a cada ano, aumentando o rebanho ou a fazenda.

Atualmente há necessidade de repensar as bases, adaptando-se as formas modernas de se fazer negócios, reinventando processos. Hoje a velocidade da renovação da informação é muito grande, estima-se que a cada três meses todo o conhecimento é renovado enquanto que há um século atrás isto acontecia a cada cinquenta anos.

Com estas mudanças constantes as pessoas continuam querendo uma vida estável, pois é impossível, por um longo período, sobreviver num estado de confusão.

Tende-se à volta a ordem e a previsibilidade mesmo que artificialmente.

Numa análise mais aprofundada, estes aspectos podem ser considerados como ameaças, bem como oportunidades.

A mobilização das pessoas que trabalham na empresa, visando dar um significado e razão no trabalho trará vantagens comparativas incalculáveis.

Uma equipe bem motivada e satisfeita com seu papel no trabalho e sua importância na sociedade fará o grande diferencial.

O empresário que conseguir este feito não terá dificuldades na direção de sua empresa em épocas de “vacas magras“.

Administração Estratégica

Administração estratégica ambiente interno

O ambiente interno é o nível de ambiente da organização que esta dentro dela e normalmente tem implicação imediata e específica na administração da organização.

A análise do ambiente interno tem por finalidade colocar em evidência as deficiências e qualidades da empresa que está sendo analisada, ou seja, os pontos fortes e fracos da empresa deverão ser determinados diante da sua atual posição produto-mercado.

Essa análise deve tomar como perspectiva para comparação as outras empresas do seu setor de atuação, sejam elas concorrentes diretas ou apenas concorrentes potenciais.

  • Ponto forte: É a diferenciação conseguida pela empresa que lhe proporciona uma vantagem operacional no ambiente empresarial (variável controlável).
  • Ponto fraco: É uma situação inadequada da empresa que lhe proporciona uma desvantagem operacional no ambiente empresarial (variável controlável).

Na realidade, além dos pontos fortes e fracos da empresa, devem-se considerar também os pontos neutros que são aqueles que, em determinado momento ou situação, não estão sendo considerados nem como qualidades nem como deficiências da empresa.

Como o planejamento é um processo dinâmico, estes pontos neutros vão sendo enquadrados como pontos fortes ou pontos fracos ao longo do tempo.

A definição dos pontos neutros é muito importante pelo seguinte fato:

O planejamento estratégico é um sistema que considera a empresa como um todo.

E como tal deve considerar todos os seus componentes e partes (subsistemas) visando formar o todo unitário. Portanto, não se podem deixar partes de fora do sistema.

E, as vezes temos dificuldade de saber se determinada variável, componente ou item é um ponto forte ou fraco da empresa.

É fundamental para o sucesso da estratégia da empresa que a área de atuação da empresa seja escolhida, considerando aquilo que ela melhor pode fazer, ou seja, a empresa deve ser “puxada pelas suas principais capacidades.

Isso absolutamente, não quer dizer que a empresa deve abandonar atividades nas áreas em que não está devidamente capacitada.

No caso de a empresa ter de realizar atividades em que não haja pontos fortes, o reconhecimento desta fraqueza torna mais fácil o processo corretivo.

Dentre os fatores que devemos levar em consideração para a definição do ambiente interno da empresa podemos citar os seguintes:

  • Aspectos organizacionais: rede de comunicação; estrutura da organização; registro dos sucessos; hierarquia de objetivos, política, procedimentos e regras; habilidade da equipe administrativa.
  • Aspectos do pessoal: relações trabalhistas; práticas de recrutamento; programas de treinamento; sistema de avaliação de desempenho; sistema de incentivos; rotatividade e absenteísmo.
  • Aspectos de marketing: segmentação do mercado, estratégia do produto, estratégia de preço, estratégia de promoção, estratégia de distribuição.
  • Aspectos de produção: layout das instalações da fábrica; pesquisa e desenvolvimento; uso de tecnologia; aquisição de matéria-prima; controle de estoques; uso de subcontratação.
  • Aspectos financeiros: liquidez; lucratividade; atividades; oportunidades de investimento.

Importância da Administração Estratégica

Ter um amplo conhecimento sobre Administração Estratégica Avançada e sua importância para o mundo dos negócios é um passo muito importante para quem atua na área.

Evidentemente, planejar, diagnosticar e tomar decisões são tarefas difíceis, que requerem habilidades e domínio das atividades. Perceba que é uma tarefa exclusiva para poucos dentro da organização.

Assim, os profissionais que querem se destacar em um mercado altamente competitivo precisam apresentar alguns diferenciais:

visão holística, disciplina, comprometimento e, acima de tudo, trazer resultados vantajosos para a empresa.

É importante destacar que, na turbulência do mercado que estamos vivenciando, as empresas deverão estar preparadas para a alta competitividade.

Implantando assim, uma administração estratégica para superar todos os desafios do dia a dia e que o resultado final seja vantajoso para a organização.

Somente a administração estratégica é que dará condições para que as empresas possam obter um diferencial competitivo nos negócios.

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